Sua bicicleta é na verdade uma das melhores ferramentas para perder peso. Veja como você pode pedalar mais e comer melhor para se livrar de alguns quilos extras.

Nós pedalamos porque amamos. Mas se você está procurando perder peso, andar de bicicleta é uma ótima (sem falar na diversão!) maneira de começar.

Pegar sua bicicleta e fazer um passeio longo e fácil ou fazer algo curto e rápido traz imensos benefícios à saúde e alegria para sua vida, confira aqui se andar de bicicleta emagrece.

O que você come também é importante, embora você não precise necessariamente renunciar aos seus alimentos favoritos para perder peso. Aqui estão 12 dicas de especialistas que afirmam que andar de bicicleta emagrece.

 

MANTENHA OS MUSCULOS EM MENTE

Sim, você perde peso ao cortar calorias, mas os quilos perdidos nem sempre são gordura. Parte da perda de peso também pode vir do tecido muscular. Os ciclistas que fazem dieta geralmente acabam mais magros, mas correm o risco de se tornarem mais lentos e fracos na bicicleta.

Como o especialista em dieta Covert Bailey escreveu uma vez: “Quando alguém diz que perdeu 10 quilos, a questão principal é: 10 quilos de quê?” Algumas pessoas que fazem dieta podem acabar tendo uma porcentagem maior de gordura corporal, mesmo enquanto perdem peso. E não se esqueça de que o músculo queima calorias. Quanto mais volume muscular você tiver, mais calorias seu corpo pode queimar – mesmo quando você está apenas deitado no sofá. Como combater isso? Certifique-se de comer proteína suficiente e treinamento de força para otimizar a retenção de músculos enquanto perde peso.

Nem sempre se trata de quanto você come, mas do equilíbrio nutricional de carboidratos, gorduras e proteínas que você está comendo. Atletas de resistência precisam de carboidratos extras para abastecer suas corridas, gordura para se sentirem saciados e proteína para reparar seus músculos após o treino. Geralmente não é necessário fazer ajustes radicais para atingir esse equilíbrio – pequenas mudanças funcionam melhor.

Por exemplo, em vez de comer uma tigela enorme de macarrão, encha metade da tigela com macarrão, coloque um molho à base de carne magra por cima e adicione uma pequena salada ao lado. Você também pode tentar substituir doces processados ​​por frutas.

 

MANTENHA OS MEMBROS SUPERIORES EM FORMA

Como o ciclismo é principalmente um esporte para a parte inferior do corpo, os ciclistas correm o risco de perder volume muscular na parte superior do corpo. A solução? Treinamento de resistência durante todo o ano. Isso não significa que você tem que passar horas na sala de musculação – apenas 20 minutos duas vezes por semana durante a temporada de ciclismo e 30 minutos duas ou três vezes por semana durante o inverno para manter e até aumentar sua massa muscular da parte superior do corpo.

 

VÁ LONGE E FÁCIL

Você nem sempre tem que ir muito rápido para fazer a diferença. Em vez disso, faça um passeio lento, mas longo, uma vez por semana, especialmente no início da temporada. As viagens longas (até seis horas) queimam muita gordura e fornecem uma boa base de resistência para o final da temporada.

 

MAIS CURTAS E  PESADAS AINDA PODEM FAZER A DIFERENÇA

Lembre-se de que até 30 minutos de bicicleta podem ajudá-lo a perder peso, especialmente se você for em um ritmo pesado. Experimente um treino de intervalo para realmente tirar o máximo proveito do seu tempo no selim.

 

RECUPERE-SE CORRETAMENTE

A recuperação é importante. Depois de um passeio, você precisa se reabastecer com carboidratos e proteínas. Não pense que você perderá peso mais rápido se não comer; em vez disso, você não vai se recuperar bem, você pode ficar fraco e pode até mesmo correr o risco de ficar doente. Além disso, certifique-se de fazer treinos de recuperação que sejam lentos e fáceis.

 

ESQUEÇA A BALANÇA

Seu peso geralmente varia, uma vez que é influenciado por fatores como hidratação e armazenamento de glicogênio. Portanto, se você notar que o número na balança aumenta ou diminui – às vezes até uma vez por dia – saiba que isso é totalmente normal. Se você é movido a números, verificar a balança uma vez por semana ou a cada poucos dias pode motivá-lo. O número na balança não é o melhor indicador de como você se sente ou qual é a sua composição corporal.

 

FIQUE HIDRATADO

Para pedalar forte no calor do verão, umidade e até mesmo durante os meses mais frios, é importante se manter hidratado. Certifique-se de começar os treinos no calor com pelo menos duas garrafas cheias – e saiba onde você pode parar para recarregar ao longo do caminho. Se necessário, adicione uma mistura à água para repor os eletrólitos que você perde com o suor.

 

ESQUEÇA A REDUÇÃO DE MEDIDAS

O ciclismo deixará suas coxas mais finas? O ciclismo pode ajudá-lo a perder gordura da barriga? Andar de bicicleta emagrece? É possível, mas lembre-se de que “reduzir no local” é um mito. Se você quiser perder peso em uma parte específica do corpo, terá que reduzir o peso de maneira geral com uma dieta saudável e exercícios. A boa notícia é que, quando você adora pedalar, malhar não parece uma tarefa tão árdua.

 

TUDO COM MODERAÇÃO

Embora seja importante comer seus vegetais, está tudo bem com moderação. Se você gosta de doces, coma uma pequena porção de sorvete ou sobremesa de vez em quando. Se você sempre se privar, é mais provável que você coma compulsivamente.

Você também precisa ser honesto consigo mesmo sobre o que está comendo, Tente reduzir ou eliminar refrigerantes, açúcar e bobeiras. Beba algumas cervejas por semana ou uma taça de vinho, pois normalmente tem menos calorias. ” Pequenas mudanças se somam, mas não parecem tão opressivas quanto revisar toda a sua dieta.

 

COMA PARA SE SATISFAZER

Pare de comer antes de estar satisfeito – você não precisa se sentir entupido após cada refeição. “É normal sentir um pouco de fome”, “Isso não significa passar fome ou pular refeições.” Seu corpo leva um pouco de tempo para enviar mensagens ao cérebro de que você está cheio, então parar quando estiver satisfeito é uma maneira fácil de controlar as porções.

 

 

TER ATENÇÃO NA DIETA

É muito importante que você tente manter o controle de tudo que você coloca na boca por uma semana. Existem muitos aplicativos bons que podem ajudar com isso. Então você registra tudo por uma semana, analisa e tenta descobrir o que pode cortar. Você ficará surpreso com o que encontrará. ”

 

 

TENHA UM PLANO

Se você não quer ir sozinho, peça ajuda de um nutricionista certificado que pode ajudá-lo a criar um plano de alimentação para perder peso sem ir a medidas extremas e ainda ter um bom desempenho em todos os seus treinos. Existem também muitos grupos e fóruns online dos quais você pode participar para obter suporte virtual.

 

APENAS VÁ

Tenha fé que, ao perder peso, você ganhará mais energia. Depois que você se acostumar com a ideia de andar de bicicleta, será mais fácil sair por aí regularmente. É uma recompensa por si só e faz você se sentir rejuvenescido – quer seu peso mude muito ou não.

Ainda tem dúvidas se andar de bicicleta emagrece? Sua bicicleta vai ajudar a se livrar de alguns quilos extras.

Para qualquer tipo de treinamento estruturado os medidores de potência são capazes de medir seus esforços e fornece um feedback inestimável que te ajudará nos seus objetivos.

Para permitir que você veja como está progredindo, a informação é a métrica mais fundamental que você pode usar. Tendo ultrapassado o coração há muito tempo, isso mostra não apenas o quão duro você está trabalhando, mas o resultado que você está alcançando.

Medido em watts, essas são as mesmas unidades que você pode usar para medir o consumo de energia de sua cafeteira. Para discernir quantos você está criando a qualquer momento, a maioria dos medidores de potência modernos usa uma combinação de medidores de tensão e eletrônicos inteligentes para medir a curvatura microscópica de metal ou carbono enquanto você transmite forças de pedalada para a estrada.

Permitindo que você escolha zonas específicas durante o treinamento, mantenha um limite em uma longa escalada ou simplesmente se gabar de quantos eletrodomésticos suas pernas podem alimentar, a potência é um número muito útil de se ter.

Anteriormente reservado para atletas de elite, hoje em dia os medidores de potência tendem a custar algumas centenas de Reais em vez de alguns milhares. Tornando as informações que eles fornecem mais acessíveis do que nunca, não é incomum encontrá-los sendo usados ​​por pilotos sem interesse em corridas.

Como escolher o melhor medidor de energia

A potência gerada pode ser medida em diferentes partes da bicicleta, sendo a mais óbvia pelo Pedevela.

Mas a força de suas pernas também viaja por outros componentes em seu caminho para a pista, o que significa que pode ser facilmente medida nos pedais, coroa ou cubo traseiro. Cada um deles tem vantagens e desvantagens.

Por exemplo, o cubo costumava ser um local popular para localizar um medidor de energia. Mas, como muitas pessoas usam rodas diferentes para treinar e competir, isso saiu de moda.

Os pedais oferecem outro ponto viável. No entanto, embora sejam facilmente transferíveis entre bicicletas, eles restringem a escolha do sistema de pedal e clip. Originalmente caro, o surgimento de opções mais baratas viu sua popularidade explodir.

Medidores baseados na corrente e coroa estavam entre os primeiros estilos a serem oferecidos. Eles permanecem populares e podem vir como parte do pedevela em si, da coroa sozinha, ou mesmo incorporados diretamente na coroa.

Nenhum sistema é melhor do que outro, pois cada um tem prós e contras.

Segue o guia dos 10 melhores medidores de potência.

  1. Medidor de potência G3 de ciclagem de estágios

A linha Stages Cycling Power Meter começou com apenas três pedivelas Shimano para o braço esquerdo, mas cresceu e se tornou uma oferta de uma dúzia de opções para andar na estrada, cobrindo Hollowgram SI, FSA, Sram, Campagnolo de Cannondale e, claro, várias versões Shimano.

Eles vêm como uma manivela apenas para a esquerda (que mede a força em uma perna e transfere para ambas as pernas) ou como um pedal completo com um medidor de força em ambas as manivelas.

A Stages tem o orgulho de oferecer modelos de fibra de carbono (em versões compatíveis com Campagnolo, Sram e FSA), algo que nenhuma empresa semelhante conseguiu ainda , mas a opção Ultegra de nível médio em liga padrão, que usa os mesmos componentes eletrônicos que os superiores modelos finais.

Um sistema incrivelmente simples, fácil de encaixar e pode ser rapidamente trocado entre as bicicletas Shimano. Os estágios usam uma manivela Shimano original, preparam a superfície, conectam medidores de tensão e os componentes eletrônicos em um pacote elegante que funciona com uma bateria de relógio CR2032.

A compatibilidade é enorme – ainda não encontramos uma estrutura que não coincida com o add-on, que fica na parte interna do braço da manivela esquerdo. Com 20g, é muito leve e vem com recursos como compensação de temperatura e um acelerômetro para medir a cadência. Ele transmite os protocolos Bluetooth Smart e ANT + e afirma que a precisão está dentro de 1,5%.

Precisos, fáceis de instalar e com preços competitivos, é fácil ver por que os estágios são tão amplamente usados ​​e, com a terceira geração, eles também provaram ser confiáveis ​​a longo prazo.

  1. Pedais elétricos Look / SRM Exakt

Uma colaboração entre a gigante francesa de pedais Look e a gigante alemã de medidores de potência SRM, esses pedais parecem alternativas convencionais. Sem pods ou acessórios adicionais, eles são menos volumosos do que a maioria dos concorrentes e apenas 26g mais do que um pedal Look Keo 2 Max padrão.

A Look também afirma que a altura da pilha é apenas 1,9 mm mais alta e, por outro lado, eles são muito semelhantes. O corpo do pedal Exakt é feito de carbono e usa o mesmo sistema de retenção de mola de carbono.

Com os gubbins de medição de energia colocados ordenadamente dentro, os medidores de tensão ultraprecisos do SRM são o que diferencia o Exakt. Recarregável por meio de um conector de cabo magnético que se conecta ao final do eixo, a bateria dura cerca de 100 horas.

A conectividade é via Bluetooth LE e ANT +, o que significa que deve ser conectado a qualquer ciclocomputador ou smartphone. A cadência é feita usando um pequeno ímã no corpo do pedal que gira além do fuso.

  1. Medidores de energia integrados Sram

Economizando suas compras, os conjuntos de grupos eTap AXS de 12 velocidades do Sram’s Red, Force e Rival agora vêm com a opção de adicionar um medidor de potencia dedicado. No entanto, cada um assume uma forma ligeiramente diferente, dependendo do conjunto de grupos em questão.

Nos grupos Red mais elegantes, o medidor de potência é embutido nas próprias coroas. Tornando-o extremamente limpo, a desvantagem é que quando as coroas se desgastarem, você terá de pagar um bom dinheiro para substituí-los. No entanto, com Sram prometendo que durarão 50% mais, é uma opção que muitas pessoas parecem ansiosas para escolher.

Um nível abaixo, o grupo de força emprega um medidor de tensão baseado em coroas mais convencional. O que significa que você não precisa jogar fora as peças de medição de energia cada vez que usar uma coroa, é quase tão arrumado e muito mais barato para continuar funcionando.

O sistema Rival mais igualitário de Sram agora também tem a opção de instalar um medidor de energia. Comprados juntos em um pedaço ou disponíveis como uma única manivela esquerda para adicionar ao seu pedaleiro existente, por apenas algumas centenas de libras extras (£ 230 para ser mais preciso) ele lerá os watts que você está gerando através do fuso.

Portanto, três opções diferentes, mas com cada uma sendo feita pela Sram em colaboração com os especialistas em energia da Quarq, você pode apostar na confiabilidade, facilidade de uso e precisão, todas excelentes.

Você pode ler sobre o medidor de potência Red eTap AXS da Sram aqui, sua faixa de 12 velocidades Rival e-Tap AXS aqui e as atualizações do medidor de potência do grupo Force.

  1. Medidor de potência Shimano Dura-Ace R9100

Obter seu medidor de energia do mesmo fornecedor de seu grupo é um conceito agradável. Mas será que vale a pena esperar o medidor de potência Dura-Ace de Shimano?

As primeiras impressões são positivas. A Shimano chegou ao mercado com um sistema discreto, de dois lados, leve e preciso, com grande autonomia de bateria e mínimo ruído. Com a capacidade de trocar coroas independentemente da medição de potência, também é versátil.

No entanto, a precisão pode ainda não estar à altura de marcas como SRM. Ele também carece de conectividade Bluetooth Smart, em vez de depender exclusivamente do Ant +. Isso faz com que pareça caro quando comparado a outros no mercado.

Como todos os produtos mais novos da Shimano, muitos estão esperando a chegada de um modelo Ultegra mais barato. Visto que isso pode resolver esses problemas, além da queda de preço, pode valer a pena esperar um pouco mais.

  1. Medidor de potência do Garmin Vector 3

Agora em sua terceira tentativa, a Garmin finalmente acertou em cheio o design do Vector, criando um dos melhores medidores de potência. 

Há uma certa beleza em usar os pedais para medir a potência. Fácil de prender a qualquer pedivela, qualquer tipo de grupo que você preferir, isso sempre fez com que os pedais da Garmin fossem fáceis de trocar de bicicleta.

Com base na popular plataforma de pedais da Look, os mais recentes vetores estão disponíveis como um sistema de um ou dois lados, com a versão dual power custando o dobro. Sempre um produto com grande promessa, os pods adicionais que as versões anteriores exigiam desapareceram, melhorando a aparência, facilidade de configuração e durabilidade.

A precisão e a consistência também foram muito melhoradas, sem soluços durante os testes, segundo o fabricante. A execução deles tem uma aparência elegante, com pequenas luzes na parte traseira dos eixos que permitem que você saiba que tudo está se comunicando corretamente. O preço também é competitivo.

A única desvantagem é a duração da bateria. Alimentados por duas pequenas baterias LR44, eles fornecerão cerca de 120 horas de uso antes de precisarem ser substituídos.

  1. Pedais elétricos Favero Assioma Duo

Uma nova entrada no mercado de pedal da marca italiana Favero. Este medidor de dois lados parece competir instantaneamente com o resto do mercado em termos de preço e precisão.

Favero diz que sua precisão se deve em parte aos giroscópios embutidos no pedal, que permitem que a velocidade angular seja medida em tempo real, em vez da média em vários golpes, como acontece com algumas alternativas.

Quer seja esse o motivo ou não, eles são precisos e consistentes. Com uma chave Allen normal de 8 mm e sem a necessidade de uma chave dinamométrica, são fáceis de configurar; ótimo para viajar.

Baseadas na conhecida plataforma Keo da Look, as partes dos pedais reais são feitas por uma empresa chamada Xpedo. Com bateria interna, eles darão cerca de 50 horas de uso antes de precisarem ser recarregados. Eles também são os mais leves que já experimentamos, com 149g por pedal.

  1. Quarq DZero Power Meter Spider

Esta última geração do medidor de energia baseado em cadeia da Quark inclui muitas atualizações do modelo anterior e é a base para uma gama que inclui uma versão de carbono, bem como a de alumínio que testamos.

Ser incorporado à coroa significa que você obtém a vantagem de poder medir a força da perna direita e esquerda individualmente, em vez de estimar a força da perna direita; isso obviamente permite que o sistema meça o equilíbrio esquerda-direita também.

Zeragem manual e automática, junto com algoritmos de compensação de temperatura, significa que você obterá resultados que afirmam ser precisos em mais ou menos 1,5%. A versão compacta pesa 125g e transmite dados via Bluetooth e ANT +, portanto, funcionará com todos os sistemas de exibição atuais.

Ao disponibilizar o DZero como uma atualização para pedivelas compatíveis ou como uma pedaleira totalmente nova, a Sram tentou tornar a energia o mais acessível possível. O DZero usa uma bateria CR2032 e garante uma excelente duração de bateria de 200 horas.

Como ele substitui a coroa regular, você não encontrará nenhum problema de compatibilidade nos quadros. Com uma confiabilidade excelente, da correlação entre as leituras. A resposta às entradas foi uma das mais rápidas, portanto, intervalos curtos são fáceis de alcançar.

Para o usuário Sram ou para quem deseja um equilíbrio esquerda-direita, este é o sistema ideal. Versões compatíveis com Shimano e Specialized também estão disponíveis.

  1. Pedal Rotor 2INPower

O INpower oferece uma visão muito diferente do medidor de potência de um lado – em vez de prendê-lo ao pedivela, os componentes eletrônicos ficam escondidos dentro do eixo do suporte inferior, então eles realmente estão fora de perigo.

Com quatro medidores de tensão medindo o efeito de torção no eixo, o sistema adiciona alguns gramas, incluindo a bateria recarregável USB para abastecê-lo. Uma única carga deve ver você fornecido com dados por cerca de 250 horas.

Adaptável para caber na maioria dos quadros, graças ao sistema de adaptador UBB (Universal Bottom Bracket) da Rotor, funciona com os padrões de suporte inferior mais comuns.

INpower transmite potência, cadência, OCA (ângulo ideal do anel de corrente – útil para quem usa os anéis Q elípticos do Rotor), eficácia de torque e suavidade do pedal. Os dados são transmitidos via ANT + e Bluetooth Smart, portanto, funcionará perfeitamente com a maioria das unidades principais.

Impressionado com a velocidade das atualizações exibidas na unidade principal e o design elegante do sistema. Tudo funciona muito bem. Está disponível apenas como braços de pedivela, pesando 596g, ou com várias configurações de coroas a partir de 775g.

  1. 4iii Innovations Precision 2.0

O medidor de potência com braço esquerda 4iiii Precision é uma das marcas menos conhecidas, mas ainda assim um grande produto quando se trata de aspectos técnicos. Os fundadores da empresa desenvolveram originalmente o protocolo ANT +, que é propriedade da Garmin e continua sendo o padrão da indústria de bicicletas para comunicação de sensores.

Atualmente, várias opções de estrada ‘Ride Ready’ estão disponíveis, pré-instaladas em um braço esquerda Shimano. O Precision Pro de dois lados também está disponível. Os eletrônicos estão contidos em um pacote super pequeno medindo 29 mm x 8 mm x 38 mm, com um peso indicado de 9g.

Apesar de ser o criador do ANT +, a 4iiii também incorporou o Bluetooth Smart para que as braços também se comuniquem com os smartphones. Isso significa que você pode atualizar, zerar e verificar o status da bateria no aplicativo – outra função útil. Em termos de função, não poderiam falhar na precisão.

A vida da bateria é estimada em 100 horas com o software mais recente e com menos de 1% de variação,

É o medidor mais preciso em nosso resumo. Através do aplicativo, você pode até alterar o equilíbrio esquerda-direita para compensar o desequilíbrio em uma perna.

  1. Medidor de potência SRM Origin 30

Estranhamente caro, SRM foi por muito tempo o único medidor de energia visto em qualquer lugar perto de uma bicicleta profissional. Famosos por sua precisão, eles apareceram primeiro ajustados a pedivelas de outras marcas. Agora, esta versão de ponta vê o SRM criando também os braços modulares de fibra de carbono.

Usando inserções inteligentes, eles podem ser ajustados entre os comprimentos de 170, 172,5 e 175 mm, enquanto coroas intercambiáveis ​​significam que eles serão capazes de segui-lo de bicicleta para bicicleta conforme os padrões e acessórios mudam; reconfortante quando toda a instalação custa quase caro.

Ainda incrivelmente preciso, este sistema modular também economiza um número útil de gramas em comparação com as alternativas das principais marcas.

Transmitindo via Bluetooth, é possível usá-los com seu computador normal, em vez de investir mais na unidade principal dedicada do SRM. No lado negativo estão o alto custo, leitura de energia de um lado e a bateria curta, embora fácil de carregar, de 100 horas.

Felizmente, existe a versão de alumínio com preço um pouco mais temperado, que custa menos da metade do preço. Você obterá a mesma precisão, apenas em um pacote mais corpulento. Ainda assim, se você quer o melhor medidor de potência, provavelmente é isso.

Existem diversos tipos de manopla de bicicleta disponíveis no mercado e para cada modalidade do ciclismo. Tudo vai depender do estilo do seu pedal e da sua bicicleta, sempre pensando na ergonomia e funcionalidade dessa peça indispensável para pedalar.

Obrigatoriamente, todas as bicicletas tem que ter as manoplas, pois ela é o seu principal ponto de contato, a peça que vai te dar segurança e controle durante sua pedalada. Elas podem ser de espuma, EVA, borracha, couro, cortiça e até em madeira. 

 

Manoplas para MTB.

A maioria das manoplas de MTB são de EVA ou de borracha, o que proporciona mais aderência e o famoso “Grip”, trazendo estabilidade e segurança ao ciclista. As manoplas de borracha, costumam ser mais usada por esse publico, uma vez que existem diversos tipos de modelos, com ou sem trava nas pontas e de diversas medidas. 

As manoplas, de MTB costumam ter de 120 mm a 130 mm, medida padrão que serve nos guidão de aço e alumínio. 

Para pedaladas mais longas, as manoplas ergonômicas são bem indicadas, uma vez que oferecem mais apoio a mão, não sobrecarregando os punhos e a palma da mão, evitando o formigamento nos dedos, coisa bem comum em longas distâncias. 

 


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Manoplas Urbanas e confort.

Manoplas de espuma e de EVA, geralmente são mais finas, mas proporcionam uma pegada melhor para ciclistas que tem as mãos menores e prezam mais pelo conforto. Essas podem até ser usadas sem luvas, já que são um pouco mais macias que as de borracha. É verdade que podem ter uma durabilidade menor, mas o valor também é mais baixo. 

 

Manopla de bicicleta vintage ou Retrô

Pra quem tem uma bike urbana mais “estilosa”, existem modelos em couro e até em madeira. As de couro, se adaptam a sua mão e depois de algum tempo, ficam no formato anatômico da sua pegada. O modelo de madeira, é bem dura, pouco confortável e escorrega, mas são beeeem bonitas!!!!

 

Manoplas para DH, FR ou BMX

Os modelos para manobras, como DownHill, FreeRide e BMX, são mais compridas, geralmente de 140mm e possuem uma flange, ou orelha, o que permite que o ciclista tenha noção da posição da mão durante uma manobra mais arriscada.

 

Fitas de guidão

Já que o assunto é “pegada”, não podemos deixar de lado as fitas de guidão que as bicicletas de estrada utilizam. Fabricadas em EVA, borracha e até em cortiça, proporcionam grip muito bom, absorvem o suor e cobrem todo o guidão, já que nesse tipo de bicicleta, tem mais de 1 posição de pedal. 

Essas dicas podem ser muito valiosas na hora de escolher o material da sua próxima manopla, mas é importante testar algumas e saber com qual delas você melhor se adapta, de acordo com o estilo do seu pedal e da sua bicicleta.

Não se esqueça que as manoplas, recebem grande parte do seu suor e devem ser higienizadas com frequência, evitando o mal odor e prolongando a vida útil desse acessório tão importante para seu momento de lazer ou de treino. 

O impacto do clima extremo no pedal do dia a dia

Você está preparado para impacto do clima extremo no pedal? O clima é uma parte essencial para tornar sua ciclo viagem de bicicleta perfeita. Grande parte da preparação para condições climáticas extremas é ter as roupas certas. Decidir que roupa levar e o que deixar em casa é a parte complicada. Para determinar que tipo de roupa você precisa, é necessário fazer uma pequena pesquisa antes de sair de casa.

Descubra o quanto pode ficar quente durante o dia e quanto pode ficar frio à noite. Depois de descobrir essas informações, procure roupas adequadas para cada situação. A seguir, alguns cenários que você pode encontrar enquanto estiver na estrada e algumas sugestões sobre como você pode lidar com essas condições climáticas extremas.

O impacto da Chuva no pedal

A chuva provavelmente será a condição climática extrema mais comum que você enfrentará durante o pedal. Esteja planejando uma viagem no verão ou no inverno, é provável que você encontre pelo menos um pouco de chuva.

Quando a chuva chegar, certifique-se de estar carregando uma boa capa de chuva e calças impermeáveis. Você vai descobrir que a jaqueta é muito mais importante do que a calça, já que às vezes é revigorante andar na chuva apenas de bermuda de bicicleta. No entanto, quando fica muito ruim, as calças podem te salvar!

A maioria dos ciclistas mantém suas roupas de chuva no fundo da mochila. Isso é bom, mas você deve estar preparado para pegar essas roupas essenciais rapidamente se uma tempestade vier em sua direção.

Quando uma tempestade se aproxima de repente e você não quer resistir e pedalar no aguaceiro, pode usar a capa de chuva de sua barraca como um escudo temporário contra a chuva. Remova a capa de chuva de sua bolsa, jogue-a sobre sua bicicleta e suba por baixo dela. Sua bicicleta agirá para manter a capa no lugar enquanto você simplesmente se agacha embaixo dela. É uma maneira rápida e fácil de escapar de uma tempestade que parece ter surgido do nada.

O aplicativo Pedallo tem uma ferramenta exclusiva de previsão do tempo para o ciclismo, cruzando o clima e os impactos no dia a dia do ciclista:

clima

 

O impacto do vento no pedal

Pedalar no vento é o pior pesadelo de um ciclista. Principalmente quando o vento dura dias e dias a fio. Há três coisas que você deve fazer ao pedalar com vento extremo. A primeira coisa que você deve fazer é eliminar qualquer tipo de arrasto que está criando com você e sua bicicleta. Certifique-se de que seus alforjes estejam todos dobrados para dentro, de que você não tenha nenhuma aba ou cordão pendurado na parte de trás da sua bicicleta, etc.

Em seguida, faça seu corpo o menor possível. Como os ciclistas do Tour de France, faça o que puder para se tornar um objeto menor para o vento segurar. 

Finalmente, abaixe a cabeça e comece a pedalar. O truque para andar ao vento é não se cansar. Abaixe a cabeça, desenvolva um bom ritmo constante e faça o seu melhor para não pensar o quão lento você está realmente indo. Andar ao vento provavelmente será uma das partes mais desgastantes da sua viagem de bicicleta. Você precisa estar preparado para isso, pois o vento provavelmente atingirá todos os ciclistas em um ponto ou outro.

Se o vento soprar forte durante o dia e depois diminuir à noite, considere dormir durante o dia e pedalar no escuro. Esteja avisado: esta técnica só deve ser usada em situações extremas. Na maioria dos casos, não é recomendado que você faça qualquer tipo de passeio à noite, especialmente em estradas muito desertas. Se você adotar essa abordagem, certifique-se de ter luzes (dianteiras e traseiras). Essa estratégia para combater o vento é mais bem utilizada por ciclistas que pedalam em duplas ou grupos. Andar sozinho à noite não é recomendado (especialmente para quem ainda tem medo do escuro).

 

O impacto do Granizo no Pedal

Na maioria dos casos, o granizo que você encontra em um passeio de bicicleta será pequeno o suficiente para não representar uma ameaça. Mas assim que essas pequenas bolas de gelo se tornarem grandes o suficiente para começarem a doer, faça uma cobertura rapidamente. Encontre um prédio, árvore ou ponte para se esconder embaixo. Se não houver nada por perto, use a técnica acima para usar a capa da chuva de sua barraca como um abrigo temporário da tempestade. Granizo não é algo para se brincar Mantenha o capacete o tempo todo e não volte a subir na bicicleta até ter certeza de que a tempestade passou.

 

Pedalar com temperatura alta ou muito baixa

Pedalar em condições de calor extremo é outra situação em que você pode se deparar enquanto estiver na estrada. Tão perigoso quanto chuva ou neve, o calor é algo contra o qual você precisa tomar precauções.

Em primeiro lugar, beba muita água. Não há nada pior do que ficar sem água e desidratado no meio do nada.

Em segundo lugar, aplique protetor solar … e muito. Se for preciso, reaplique o protetor de 3 a 4 vezes no dia, pois as queimaduras podem te trazer sérios problemas durante o pedal.

Finalmente, aproveite a sombra. Quando estiver extremamente quente, faça o possível para manter a temperatura corporal baixa. Você pode ficar tentado a usar a água em suas garrafas e despejá-la sobre a cabeça, mas provavelmente vai querer manter essa água para beber. Se você estiver perto de um riacho, lago ou oceano, aproveite por um ou dois minutos e depois volte para a bicicleta. Esteja constantemente à procura de maneiras de se manter calmo e hidratado.

A última coisa que recomendamos sobre andar no calor é que você pode ficar sem água muito rapidamente. Se isso acontecer, faça o que puder para sinalizar um motorista que esteja passando e peça água. Ou, se possível, encontre um lugar próximo e pergunte se você pode beber um pouco de água. A maioria das pessoas fica mais do que feliz em ajudar.

O pessoal do Gregario Cycling preparou um podcast muito bacana sobre o tema e decidimos dividir com você. 

 

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Está pensando em iniciar no ciclismo de estrada? Considere essas situações para fazer dessa experiência na estrada o mais prazerosa possível.

 

1. Seja realista

Você está em forma? Você pode correr para o ônibus sem suar a camisa ou um único lance de escada o deixa ofegante e sem fôlego? Não há necessidade de heroísmo aqui, e sugerimos que seu primeiro pedal de estrada seja curto e agradável.

Um Aviso…

Se você já é moderadamente ativo, faça seu primeiro pedal de 30 KM e tente concluí-lo entre 1:00hr e 1:30hr.

Se você está menos confiante em relação ao seu condicionamento, tente planejar um trajeto com uma parada de 10Km´s que lhe dê a opção de aumentar a distância se estiver se sentindo bem ou de voltar para casa, se não estiver.

2. Use as roupas de ciclismo certas

Tem uma lista completa sobre o que vestir para andar de bicicleta, mas o item mais importante, além de um capacete, é um shorts de Lycra acolchoado de boa qualidade.

Shorts são melhores porque não há elástico na cintura para cortar sua barriga, mas qualquer bermuda de ciclismo é melhor que nada.

Os shorts devem ser justos, pois o material solto pode incomodar e irritar, e não é recomendável usar roupas íntimas. Você não quer adicionar costuras extras que podem desgastar suas partes corporais mais delicadas e valiosas.

Se você não se sentir confortável exibindo suas curvas com roupas justas, não há nada que o impeça de usar shorts ou leggings confortáveis ​​e mais largos sobre os shorts de ciclismo.

Uma camisa de ciclismo é ideal para a parte superior, mas não é essencial para seus primeiros passeios. Se você não tiver uma, uma camiseta justa é suficiente, ou um corta vento para o clima mais frio.

Lembre-se de que você estará gerando muito calor ao pedalar, então vista-se mais leve do que normalmente. Uma boa regra prática é que, se você sentir um pouco de frio ao sair pela primeira vez pela porta de casa, deverá se sentir confortável assim que iniciar o pedal.

3. Leve o kit de ferramentas para sua bicicleta.

Você não deve precisar realizar reparos extensos na estrada em sua primeira incursão, mas você vai querer levar o básico para os reparos básicos

Tudo o que você precisa é de uma câmara de ar reserva no tamanho correto do seu pneu, 2 espátulas de pneu e uma pequena bomba de ar.

Você também deve levar um canivete de ferramentas básica para o caso de precisar fazer ajustes simples, como a altura do selim, na estrada.

Não recomendamos fazer sua primeira viagem à noite, mas se for diferente de um dia bonito e claro, considere se você deve instalar as luzes dianteiras e traseiras para ficar bem  visível para os outros usuários da estrada.

Também vale a pena levar uma jaqueta leve ou corta vento, se houver a menor chance de chuva, algum dinheiro ou um cartão de débito. Traga seu telefone também, mesmo se não o estiver usando para navegação, por precaução para uma emergência.

4. Planeje sua rota

As estradas tranquilas proporcionam uma condução relaxante. Como dissemos, seja curto para começar e tente andar em estradas sem grandes subidas e com o mínimo de tráfego possível.  Se isso não for possível onde você mora, considere pedalar em um lugar mais adequado, se essa for uma opção para você.

Pode parecer estranho sugerir isso em um site de ciclismo, mas você se divertirá muito mais se puder se concentrar inicialmente em andar de bicicleta em vez de esquivar-se dos carros, especialmente nos primeiros quilômetros de sua vida no ciclismo.

Se ajudar na motivação, pare para um café na metade do caminho para um rápido aumento da moral com cafeína.

Existem muitos serviços online gratuitos (ou parcialmente gratuitos – a maioria tem opções de upgrade pagas) e aplicativos que tornarão o planejamento de uma rota mais fácil, incluindo aqueles específicos para ciclistas, como Strava, Komoot, Ride with GPS e Mapmyride, além do bom e velho Google Maps.

Isso permite que você planeje exatamente a distância que deseja pedalar e mostra se haverá alguma subida ao longo do caminho. Esteja ciente de deixar o software escolher sua rota, porque nem todas as plataformas têm uma noção bem calibrada de onde é apropriado andar de bicicleta.

Alguns não diferenciam as trilhas em fazendas e vias asfaltadas quando sugerem direções, então, se você estiver em dúvida sobre a  estrada, o Google Streetview é seu parceiro. Como regra geral, tente evitar as estradas principais, pois os carros geralmente estarão bem mais rápidos.

Alguns computadores de bicicleta permitem que você carregue uma rota pré-planejada. A maioria dos computadores de bicicleta GPS terão alguma forma de navegação embutida e a opção de baixar a rota no dispositivo. No entanto, mesmo se você não tiver um ciclo computador, provavelmente possui um smartphone, então por que não usar seu GPS  para navegar usando sua rota pré-planejada?

Você pode usar suportes de telefone no guidão, mas também deve ser capaz de ouvir as instruções com ele no bolso de trás, pelo fone de ouvido.

5. Prepare sua bicicleta

Sua Bike Shop terá resolvido o essencial para você, mas há alguns itens básicos que você pode verificar facilmente. Também vale a pena aprender como fazer uma verificação básica de segurança antes do pedal.

Seu selim deve estar a uma altura em que você possa pedalar confortavelmente e você deve ter apenas uma ligeira flexão do joelho quando o pedal estiver no ponto mais baixo. Se você conseguir colocar os dois pés apoiados no chão enquanto estiver sentado no selim, então ele está muito baixo e você pode machucar os joelhos.

Seus pneus precisam ser calibrados corretamente, e isso deve ser feito com uma bomba de piso com manômetro. A pressão correta varia dependendo do seu peso e da medida dos pneus.

Antes de pegar a estrada propriamente dita, reserve um tempo para se familiarizar com sua bicicleta, certificando-se de utilizar confortavelmente as marchas e os freios. Se sua bicicleta estiver equipada com pedais de clip, pratique o encaixe e retire-o para evitar acidentes..

Se você está experimentando pedais de clip pela primeira vez, certifique-se de que está confortável com a forma como eles funcionam. 

É uma boa ideia sempre soltar um pé alguns segundos antes de parar. Dessa forma, é muito menos provável que você esqueça e caia quando estiver parando.

Tente mudar de marcha, mas evite as duas mais leves na parte de trás quando você estiver na coroa maior na frente e as duas mais pesadas na parte de trás quando você estiver na coroa pequena. Essas combinações de marchas forçam a corrente a trabalhar em um ângulo extremo, o que sobrecarrega desnecessariamente a relação.

Não opere as duas alavancas de câmbio ao mesmo tempo e adquira o hábito de aliviar levemente a força nos pedais conforme você muda. Isso fará com que tudo funcione um pouco mais suavemente e reduz as chances de queda acidental da corrente.

6. Prepare-se

Chegou o dia…….coma bem, mas não um café da manhã excessivamente pesado e dê a si mesmo uma hora e meia para digeri-lo. Algo como mingau é o ideal, ou torrada com rodelas de geleia, queijo e frutas.

Você provavelmente não precisará comer muito em uma pedalada tão longa, mas é melhor adquirir o hábito de carregar um pouco de comida com você – então leve uma banana ou um lanche leve.

Você também deve colocar uma garrafa de água ou bebida energética em sua garrafa e tentar tomar um gole a cada 20 minutos ou mais, mesmo que não sinta sede.

O resto é com você, então prepare-se, divirta-se e fique seguro na estrada!!

O amor pelo pedal é incondicional, o que, no entanto, não evita alguns tipos frases de ciclistas extremamente criativas e pensamentos não tão “sinceros” sobre o que rola. Alguns destes pensamentos são relevantes, outros são simplesmente para entreter a mente de dor ou fadiga.  

A criatividade supera os limites, separamos aqui uma lista com várias frases de ciclistas icônicas em grupos de pedal.

  • Finalmente! Mais uma um pedal com a galera.
  • Possivelmente o único acordado a essa hora.
  • Pensando bem, a cama estava tão gostosa.
  • Já que aqui estamos, vamos pedalar!.
  • Claro, alguma coisa tinha que esquecer com ele né?.
  • Por que eu sou sempre aquele que chega primeiro no ponto de encontro?
  • Eu não sei o que estou fazendo andando no meio do mato de novo.
  • Em algum momento esse cara tem que ficar cansado.
  • Esta é a subida mais punk eu me lembro.
  • Será que eu vou voltar mais forte?
  • Ai! Pneu furado!
  • Ai! Kd minha bomba?! 
  • Ae! Alguém tem vipal?
  • Puts que sede! Será que essa água vai dar?
  • Se quiser, me ultrapasse, não vou correr.
  • Quantooooos Km?
  • Com essa bike até eu!
  • Quero ver fazer isso com a minha bike!
  • Eu não posso parar, não posso parar, não vou parar.
  • Bem cansado e começando a subida, o matadouro vem.
  • Ahhh mas com esta suspensão eu poderia fazer isso também.
  • Ele morre ou eu morro.
  • Amanhã vou vender esta bike.
  • Eu sinto que eu não pedalamos quase nada.
  • Eu não vou conseguir comer tudo que eu trouxe.
  • Estou fazendo a coisa certa? É isso que eu quero para a minha vida?
  • Mas se ele faz, se eu treinar mais do que ele eu faço também.
  • Que ruído é esse no KT? Depois de 10 minutos silencio total.
  • Po! fiz manutenção outro dia.
  • Eu sabia que tinha que ir ao banheiro.
  • Eu vou desmaiar.
  • Puts, que prego!
  • Meus pulmões não estão prontos para isso.
  • Essa é a ultima subida?
  • Certamente, eles têm bicicleta de carbono, é claro, mais leve.
  • Estou todo ferrado!
  • Quanto tempo para pausa? Geralmente é o mais falante.
  • Faltavam 10 km uma hora atrás.
  • Eu não chegarei em tempo para o almoço, minha mulher vai me matar.
  • Hoje vou comer até a toalha da mesa
  • Na próxima semana vou treinar todo dia.
  • Finalmente a ultima subida, não é?. Aproveite e veja -> 7 truques para melhorar o desempenho em subidas
  • Se eu soubesse que seria assim, eu teria ficado em casa.
  • Eu sabia que tinha que ter levado ela na manutenção.
  • Será que pergunto onde ele comprou essa bike?
  • Essa $% # / * $ do Strava travou de novo! 
  • Por esta mesma sensação é que subo na bike.
  • Eu amo pedalar! Isso ninguém pode duvidar.
  • Será que você se identificou com algumas? Deixe a sua frase de ciclista preferida nos comentários.

Um dos principais influenciadores no mercado do ciclismo, o “Brou Bruto” criou uma lista espetacular com frases de ciclistas e decretou o “Brutuguês”, se liga só!

Aproveite para conhecer o Pedallo, aplicativo que monitora componentes da sua bicicleta conectado ao StravaBaixe grátis!

Brutuguês

Origem: Aflorou ao longo dos anos de muita Brutalidade!
 
• BRUTIMAIS:
Tradução: Bruto demais ou apenas BRUTO! Significado: Pessoa, ser ou indivíduo que aprende a vencer os próprios limites, ansiedade e medos aflorando a brutalidade máxima de dentro de cada gota de suor que escorre da pele. Usado também como cumprimento no meio.
 
• JOAOKLEBISMO:
Significado: ato de ludibriar ou sabotar você mesmo, fingir de bruto, mentir ou omitir treinos, muito comum nos esportes de rendimento: “não estou treinando nada”!
 
• O SONHO NUNCA ACABA
É o ato de acreditar nas mínimas possibilidades mesmo quando todos duvidares… e, numa concepção mais evoluída entender, que a brutalidade só atinge a plenitude se for compartilhada… semear o bem que a brutalidade vem!
 
• MALUCO, BRUTAL E DELIRANTE:
Significado: Junção de pessoas, coisas ou lugares que superam todas as expectativas.
 
• SEM FINGIMENTO
Significado: Sem preguiça, sem desanimar com os obstáculos e sem se desmotivar com fatores extrínsecos… é o ato de um ser não fazer “corpo mole” no momento do treino ou dia a dia, muito usado também no dia a dia para ultrapassar limites, buscar no outro a brutalidade intrínseca que esta para aflorar, vai fingir??
 
• FINGIU
Fracassou, não foi ao treino, decepcionou… e o principal: utilizou do JoaoKlebismo máximo pra ludibriar os parceiros…
 
• FRACASSOU
Significado: É o ato de decepcionar.
 
• CAVALO ANDA É O QUE O CAVALO COME
Significado: Alimentação que determina sua performance durante treinamentos, competições e vida saudável….
 
• SEMI – QUALQUER COISA
Significado: É o ato de elogiar, o significado vai muito além da palavra, semi, na verdade, pode ser tudo.
 
• OS BRUTOS TAMBÉM AMAM
Significado: É o sentimento que atinge qualquer nível de ser humano.
• TEM DÚVIDAS?
 
Significado: É a pergunta que responde todas as suas dúvidas.
 
• TEM ISSO SIM/TEM ISSO NÃO/TEM
Significado: Depende do contexto. Para entender é preciso estar no Brutuguês avançado!
• NINGUÉM QUER SER FEIO ( Sigla: NQSF)
 
Significado: Não tem a ver com a beleza exterior, bens materiais ou vaidade… é uma expressão usada para a superação de limites, vontade indomável e evolução perante as adversidades… quem treina e não finge não quer ser feio, essa é a verdade!
 
• A PICA DESCEU
Significado: Quando ela desce não tem jeito, a famosa, ilustríssima,magnânima, inenarrável, pica das galáxias,você pode se esconder que ela te acha, nas maiores profundezas do oceano, ou nas maiores altitudes do Himalaia, tem ! exemplos: Pica pneumática (pneu furado), Pica hídrica (dia de chuva e treino) Pica íngreme (subida muito bruta)
 
• PASSA A VISÃO
Sentir os prazeres simples da vida: as montanhas, o ar, o vento, o frio e o calor.. Olhai bem as montanhas….
• PSICOLOGIA DA RETINA
 
 

Palavras que você já ouviu e ficou com vergonha de perguntar:

• BATER GUIDÃO – disputar “ombro a ombro” com outro ciclista;
• BOB; BUNNY HOP – manobra básica que consiste em levantar a roda dianteira e depois a traseira, dando um “pulo”;
• CAMELO – bicicleta;
• CAMELAR OU CAMELADA – pedalada ou rolê de bicicleta. Pode ser utilizada também como significado de pedal longo, com sofrimento (camelando).
• CLÁSSICAS – são provas de um dia, a mais famosa é a Paris-Roubaix disputada em grande parte sobre paralelepípedos. No Brasil a clássica mais famosa é a 9 de julho realizada em São Paulo.
• CABRITO – bicicleta roubada;
• COMPRAR TERRENO – fala-se quando alguém cai.
• ESCALERA – vem do Espanhol “escada”, é uma forma de revezamento que tem este formato muito comum em lugares com vento, pois só se consegue o benefício do vácuo andando na lateral para trás de outro ciclista.
• GREGÁRIO – é um atleta da equipe que se sacrifica pelos demais, colocando a cara no vento, neutralizando fugas, e as vezes até buscando suprimentos;
• GRAU ou WHEELIE – pedalar empinado, ou se equilibrando apenas na roda traseira;
• GHOST BIKE – espécie de bicicleta manifesto, é toda pintada de branco e afixada no local onde um ciclista foi morto, geralmente vítima da violência no trânsito;
• KOM ou QOM – do inglês “King of the mountain” ou ‘Queen of the mountain” que em português significa rei ou rainha da montanha e serve para designar aquele ciclista que tem o melhor desempenho nas subidas;
• MORDIDA DE COBRA – quando o pneu tem furos na sua parte lateral;
• MAGRELA – Bicicleta;
• PÃO COM OVO ou PEBA – O mesmo que ciclista fraco ou iniciante.
• RATOEIRA – quando uma bicicleta está cheia de gambiarras, ou improvisos;
• TORCER O CABO ou SOCAR A BOTA: ritmo forte, frenético.
• ZERAR – obter sucesso em subidas, trilhas técnicas, manobras ou pistas.
 
 
Realmente o brasileiro sempre criativo criando tendência com essa bela lista com frases de ciclistas para nós entreter. 
 

Uma coisa é fato, elas vieram para ficar. As vendas de E- bikes vem aumentando desde 2016 e a tendencia é apenas de crescimento dessa demanda. Afinal, é um mercado de 15,4 bilhões de dólares, e não tem nenhum sinal que vai diminuir.

Alguns veem o surgimento das e-bikes como uma ameaça, como se as bicicletas convencionais fossem deixadas de lado quando todos entrarem nas elétricas. Mas não tenha medo: as E-bikes não estão aqui para roubar nosso estilo de vida movido à arroz com feijão. Na verdade, eles podem muito bem melhorá-lo, especialmente à medida que os hábitos de viagem e deslocamento mudam em meio a uma pandemia global. Aqui está tudo o que você precisa saber sobre a revolução elétrica.

1. Pedalar de E-Bike é mais fácil

Geralmente, as e-bikes são bicicletas com pedal assistido, movida a bateria que vem por meio de pedalada e, em alguns casos, de aceleração. Quando você pedala em uma e-bike com assistência de pedal, um pequeno motor é acionado e lhe dá o impulso, para que você possa subir ladeiras e cruzar terrenos difíceis sem maior dificuldade. Chamadas de “pedelecs”, elas se parecem com bicicletas convencionais – mas melhor, diz Ed Benjamin, diretor-gerente sênior da empresa de consultoria eCycleElectric. “Você controla sua velocidade com os pés, como em uma bicicleta normal”, diz ele. “Você se sente realmente poderoso e acelera facilmente.”

Além do recurso de assistência de pedal, algumas e-bikes vêm com um acelerador que aciona o motor. Elas pertencem a uma classe separada de e-bike que, obviamente, não oferece uma experiência de ciclismo pura; eles também são ilegais em alguns países. Curiosamente, Benjamin diz que pessoas que ainda não são “ciclistas” tendem a gravitar em torno de bicicletas com acelerador no início, mas depois se inclinam a escolher uma com pedal assistido para sua próxima compra!!

2. Você chega mais rápido aos lugares

Quanto mais forte você pedalar, maior será o impulso, mais rápido você pedalará. As E-bikes permitem que você pedale em ritmo acelerado, mas se lembre que não são motocicletas. Você nunca vai estar na estrada a 70 km/h. O motor tem um limitador de velocidade, para chegar no máximo a 25 Km/h, dependendo da bicicleta. Assim, você economizará tempo em seu trajeto, e ainda desfruta da paisagem. Você também pode controlar a potência da assistência que obtém. A maioria das e-bikes vem com um botão liga / desliga que permite ajustar a configuração de impulso de “eco” (baixo) para “turbo” (alto), para quando você quiser um pouco mais de força para ajudá-lo, digamos, a subir uma colina íngreme.

e-bike

3.Você vai pedalar mais, mesmo que já pedale muito!

Comprar uma e-bike pode aumentar drasticamente a frequência com que você anda, de acordo com uma pesquisa com cerca de 1.800 proprietários de e-bike na América do Norte. Antes, 55% dos entrevistados disseram que andavam diariamente ou semanalmente. Depois de comprar uma e-bike, esse número subiu para 91%. Faz sentido: mesmo se você estiver em forma, você ainda se cansa e montar novamente na sua bicicleta convencional pode parecer uma tarefa árdua. Se você tem uma e-bike, pode continuar pedalando enquanto dá um descanso às suas pernas cansadas. Você também pode ir mais rápido, o que torna o ciclismo para deslocamentos mais longos mais atraente, mesmo quando você está sem tempo.

Para aqueles que não são frequentadores assíduos, as e-bikes abrem um mundo totalmente novo. Embora você possa não estar condicionado a pedalar de 5Km a 10Km por vez, você pode fazer essas distâncias facilmente com a assistência elétrica, que é uma ótima maneira de aumentar a resistência e a confiança. Essa mesma pesquisa descobriu que 94% dos não ciclistas andavam diariamente ou semanalmente depois de adquirir uma e-bike.

4. Tem uma E-Bike para qualquer modalidade.

Fale um tipo de pedalada que há uma e-bike para isso. Se você não tem interesse em uma bicicleta elétrica de estrada, pode se dar conta de que tem o modelo de bicicleta e-cargo de alta capacidade que pode transportar 180 Kg de coisas enquanto pedala por temperaturas frias a 24 km/h. As E-bikes estão disponíveis em estilos Fat, Cargueira, de passageiros, recreativos, hardtail, Full Suspension e até mesmo em Bike Speed.

5. Elas vão substituir os carros

  “As pessoas estão comprando bicicletas elétricas como forma de reduzir as viagens de carro”, diz Benjamin. Os dados confirmam que 28% dos entrevistados disseram que compraram uma e-bike especificamente para substituir o carro. E muitos outros motivos listados pelos compradores para querer uma e-bike, incluindo carregar cargas e crianças, evitar estacionamento, tráfego e preocupações ambientais – também indicam o desejo de sair do volante. Além disso, você não precisa trocar de roupa ou se limpar quando chegar ao seu destino, porque você não precisa suar tanto.

Considere, também, que mais da metade de todas as viagens de carro têm menos de 10 Km, com algumas pesquisas relatando que a média de uma viagem única equivale a apenas 5,95 Km´s. Essa é uma distância óbvia para percorrer de e-bike. Na verdade, a pesquisa descobriu que os proprietários substituíram 46% de seus deslocamentos de carro por viagens de e-bike. Tudo que você precisa é de uma ótima bolsa de transporte para carregar suas coisas, e pronto.

6. Sim, você vai continuar fazendo exercício.

As E-bikes fazem parte do trabalho para você, mas ainda contam como exercício, especialmente para pessoas que de outra forma foram sedentárias. Pesquisadores da Universidade do Colorado descobriram que quando 20 homens e mulheres que não faziam exercícios pedalaram por cerca de 40 minutos, três dias por semana, eles melhoraram sua aptidão cardiovascular e açúcar no sangue em apenas um mês. “Muitas pessoas não estão em forma para pedalar o tempo suficiente para obter benefícios significativos de saúde e condicionamento físico ao pedalar”, diz Benjamin. “Coloque-os em uma bicicleta elétrica e eles poderão sair e pedalar por uma hora e fazer uma quantidade significativa de exercícios.”

Mesmo se você estiver em excelente forma e, ainda pode se exercitar no e-bike. Quando fiz uma comparação cara a cara entre o trajeto com minha bicicleta e uma e-bike recreativa, descobri que meu esforço relativo era muito menor e queimei cerca de metade das calorias na e-bike. Mas eu ainda queimei alguma coisa – até 200 calorias por hora, o equivalente ao que você queima caminhando. E optei por passeios rápidos de e-bike até a cidade onde normalmente dirigia, o que significa que fui consideravelmente mais ativo no geral.

7. As baterias estão ficando cada vez melhores

Não há como evitar: as E-bikes fornecem mais um dispositivo para carregar. Agora, você pode esperar que sua bateria dure de 35 a 160 quilômetros antes de precisar ser recarregada. Onde você se enquadra nessa faixa depende do tamanho da bateria e de quanta energia o motor consome. Obviamente, se você ficar em modo “turbo” o dia todo, vai ficar sem energia mais rápido do que se você correr em configurações mais baixas e econômicas. Mas também esperamos que as baterias melhorem no futuro!!

8. O acesso à trilha pode ser complicado.

As E-bikes continuam sendo objeto de controvérsia nos círculos de mountain bike. Você pode não conseguir ir para sua trilha preferida agora, já que algumas trilhas não permitem bikes elétricas. No entanto, as coisas estão se inclinando em uma direção mais permissiva. IMBA, o maior grupo de defesa pública do esporte, mudou sua postura para permitir o acesso a algumas e-bikes com pedal (aquelas que chegam a 25 Km/h) em algumas trilhas. Com todos os grandes fabricantes fazendo bicicletas e-mountain, mais acesso provavelmente é apenas uma questão de tempo. “Em alguns anos, as pessoas perceberão que as mountain bikes elétricas não têm mais impacto na trilha do que uma mountain bike normal”, diz Benjamin.

9. Elas não são baratas, mas podem economizar seu dinheiro.

Você ainda não pode comprar uma e-bike barata. Mas se você mantiver o carro na garagem com mais frequência, economizará dinheiro em manutenção e combustível – sem mencionar os benefícios da saúde e, potencialmente, menos dias por doença por fazer mais exercícios. Os preços variam muito, mas você deve esperar pagar pelo menos US $ 1.500 por uma e-bike decente e consideravelmente mais (US $ 2.500 a US $ 5.500) por uma bicicleta de qualidade com sistema de motor de um grande fabricante como Bosch, Shimano ou Yamaha.

10. Elas são o futuro

Todos os grandes fabricantes de bicicletas – e literalmente dezenas de fabricantes menores – já estão no jogo e-bike. As montadoras não ficam muito atrás. A Ford financiou um sistema de compartilhamento de bicicletas elétricas em São Francisco e a GM lançou duas e-bikes próprias. “O negócio de automóveis está pulando com os dois pés”, diz Benjamin, “porque eles percebem que os carros em áreas urbanas de alta densidade, onde vive mais da metade da raça humana, simplesmente não estão mais funcionando”. Com grandes empresas de transporte como Uber e Lyft obtendo enorme sucesso com e-bikes, e cidades procurando maneiras de aliviar o congestionamento do tráfego, os programas podem apenas continuar a se expandir.

A manutenção da bicicleta pode te salvar de muitos problemas, além de economizar um bom dinheiro. Como qualquer tipo de transporte, a qualidade dos componentes é muito importante para a segurança dos ciclistas. Problemas que poderiam ser evitados podem se tornar uma grande dor de cabeça, causando em algumas vezes acidentes perigosos, danos em outras peças ou até te deixar na mão a muitos quilômetros de casa para quem pratica MTB por exemplo.

A manutenção da bicicleta pode parecer algo sem importância para alguns ciclistas, porém não é!

Por que a manutenção da bicicleta de forma periódica é tão importante?

Imagine que sua bike é um organismo, repleta de mecanismos interligados que dependem um do outro para funcionar com qualidade.

A falta de manutenção em alguns componentes por mais simples que seja, pode acabar causando danos irreparáveis em algumas peças e deixar uma simples manutenção muito cara. Uma corrente sem lubrificação e com gomos desgastados, pode afetar a catraca, a coroa e o cambio da bike, de forma que o uso prolongado dela diminui o desempenho de todos esses componentes, ou as pastilhas do freio que, pela necessidade de maior pressão ao frear, podem desfigurar o aro ou romper o cabo do freio.

O barato pode acabar custando caro, não apenas em questão de dinheiro. Um simples cabo de freio que se rompe e não custa quase nada, pode ocasionar um acidente, uma queda pode acabar danificando componentes muito sensíveis, como uma pancada contra o cambio, ou a queda do ciclo computador que fica fixado ao guidão. É impossível mensurar antecipadamente as reais consequências de um acidente de bicicleta e certamente vale muito mais a pena prevenir-se de todas as formas efetivas possíveis, pelo bem do ciclista e de sua bike.

Manter a vida útil de sua bicicleta, além de uma das melhores formas de economizar com sua magrela, vai aumentar em muito a sua performance. Imagine que você tem um bom condicionamento e consegue aplicar bem sua energia ao pedalar, mesmo assim, um pequeno problema nos componentes podem limitar seriamente sua performance.

Manutenção na suspensão 

Qual o tempo médio entre uma revisão e outra? Essa é uma resposta relativa. Pra início, é interessante fazer uma revisão completa assim que se compra a bike e deixa-la totalmente ajustado. Hoje em dia existem aplicativos que ajudam o ciclista na hora de monitorar os componentes da bike, o Pedallo por exemplo conecta ao perfil do ciclista no Strava, realiza o cruzamento de dados com as informações da bicicleta cadastrada no aplicativo e utiliza algoritmos para auxiliar o ciclista no monitoramento dos componentes – Link da PlayStorehttps://bit.ly/3rEnBHO

Você pode fazer revisões preventivas regularmente em casa, lavar a bike (dê preferência para panos umedecidos ao invés de mangueiras de alta pressão), passar graxa e desmontar suas partes móveis para limpeza e checagem de avarias. Essa manutenção é relativa ao seu ritmo, intensidade e ambiente de pedalada. Se usa a bike como meio de transporte, você pode dar uma geral a cada três ou quatro semanas. Caso pedale longas distâncias e em ambientes off-road, a cada uma ou duas semanas seria interessante limpar seus componentes e dar uma atenção especial às pastilhas de freio, lubrificação da correia e a regulagem dos cabos do freio e cambios e tensão dos raios.

Ao sentir diferenças na pedalada não hesite em adiantar sua revisão caseira, nem sempre é possível constatar sozinho onde pode estar o problema, então a ajuda profissional é necessária. É mais uma etapa preventiva que também deve ser feita por todos os tipos de ciclistas. Para uso urbano, a cada seis meses não deixe de leva-la em um especialista. Para uso esportivo e off-road, entre dois e três meses. Entenda que nem sempre uma avaria séria pode ser constatada, às vezes estão mais ocultas ou não somos capazes de determinar por conta própria sua integridade. Um profissional tem os meios de verificar a qualidade das peças e fazer diagnóstico mais específico de sua bike, além de constatar peças defeituosas e erros do próprio ciclista ao mexer em sua bike, ele também irá dar recomendações valiosas e ajustar sua bike com uma precisão maior, aumentando sua durabilidade.

Há peças que não necessariamente “estragam” ao ponto de inviabilizar a pedalada, mas se desgastam muito e podem afetar sua performance, inclusive causando acidentes e danificando outros componentes. Esse é o caso da corrente, cassete, cabos de freios, pneus e rodas.

Mais do que através de tempo de uso, é possível determinar a vida útil média de cada um desses pela quantidade de quilômetros andados:

  • Corrente: em media 2.700 km´s
  • Cassete: 12.000 km´s
  • Pneus: ao perceber uma deformação significativa na superfície e o apagamento acentuado das ranhuras (uma média de 5000 km em ambientes off road e até o dobro na cidade, mas não descuide do aspecto).
  • Pastilhas: ao sentir uma aderência menor ao frear, já considere trocá-las pois, além de baratas, são vitais para sua segurança.

Manutenção no pedivela

Algumas peças podem ser consertadas ao invés de trocadas, como no caso das câmaras. Mas não abuse: ao perceber um desgaste acentuado, busque trocar o quanto antes.

Outras peças, por sua vez, tem uma vida útil prolongada e não afetam tanto a performance, mas podem causar dores de cabeça também, então esteja atento à rachaduras no quadro, dificuldade de regular e manter a altura do selim, dificuldade de manter a bike retilínea com pouco esforço. Ocasionalmente, todos os componentes precisarão ser trocados. O quanto você cuida de sua bike será um dos maiores determinantes dessa regularidade.

O Pedallo ajuda o ciclista na manutenção da bicicicleta

O Pedallo é a plataforma que cuida da saúde da sua bicicleta. Basta realizar gratuitamente o cadastro da sua bicicleta e conectando seu perfil do Strava, o Pedallo analisa o desgaste natural de cada peça prevendo quando será sua próxima revisão preventiva, ajudando você a economizar com manutenções.

Lembre-se de sempre que visitar um especialista, manifeste o interesse de fazer suas próprias revisões e certamente irá receber boas recomendações. Aproveite esses conselhos e use as ferramentas, lubrificantes, pastilhas e correntes que forem recomendadas para seu tipo específico de bike.

Com o tempo e seguindo bem as recomendações, você será capaz de perceber por si mesmo quando houver a necessidade de revisar sua bike e com certeza terá mais economia, performance e uma pedalada mais agradável e segura!

Você vai ao trabalho, academia ou faculdade de bike? Se faz viagens curtas ou longas na magrela, com muito ou pouco peso, precisa ter um bagageiro de bicicleta confiável. De diferentes tamanhos, materiais e finalidades, o bagageiro é item primordial para quem passa boas horas do dia pedalando. Conheça os mais utilizados e escolha o seu!

O bagageiro de bicicleta para pedalar na cidade

Em viagens curtas dentro da cidade é possível optar por bagageiro de bicicleta de alumínio, mais leves, já que a maioria destes itens é feito em aço. Mas, independentemente do material, nunca é bom exceder o peso permitido, nem se aproximar do limite de peso.

Pedalada longa com peso leve

Se seu percurso é longo e você precisa carregar algum peso, é indicado o uso de bagageiro de aço. Se o peso for superior a 15kg, é recomendado dividir o peso na frente, pois evita a quebra do produto ou da roda traseira. Aproveite e veja algumas dicas de treino aqui

Pedalada longa com bastante peso

Se você é ou quer fazer algo extremo sobre a bike, carregando comida, água, equipamentos de camping, opte por 2 bagageiros de aço. E procure reforça-los com solda no quadro. Além disso, tente não levar mais que 25 kg em cada bagageiro. Indicado para viajantes e cicloturistas.

Veja aqui alguns modelos bem legais de bagageiros para levar sua bike

Conheça o Pedallo, o aplicativo que cuida da saúde da sua bicicleta – Baixe Grátis!

 

Desde os anos 1839, quando a bicicleta foi criada, ela tem tido várias funcionalidades: antes era apenas para diversão, agora temos até a listas com as bicicletas mais caras do mundo. Nos últimos anos, ela se transformou em um meio de transporte até para quem precisa trabalhar.  Contudo, muita gente vê as bikes como um objeto de coleção ou como um instrumento para competições esportivas. Sendo assim, torna-se importante investir bastante nela e os fabricantes colocam no dispositivo todo tipo de tecnologia possível.

Existem bicicletas que são extremamente caras para o nosso propósito, pedalar!! Mas, descontrair também é muito bom, então nós  separamos uma modesta lista com as bicicletas mais caras do mundo, só para gostos diferentõe$.

Confira agora de algumas das bicicletas mais caras do mundo.

1- Edição da House of Solid Gold

Essa é uma bicicleta que chama a atenção em qualquer lugar por causa do material usado na sua fabricação: nada menos que ouro 24k! Ela tem toda a sua estrutura revestida de ouro e, como se isso não fosse o bastante para ela custar uma fortuna, ela ainda tem pele de arraia em algumas partes. É claro que a combinação dessas duas coisas faz da bike da House of Solid Gold uma das mais caras do mundo.

Bicicletas mais caras do mundo - Edição da House of Solid Gold

Na realidade, existe até uma estimativa de preço:  U$ 500.000!

 

2- Aurumania com cristais Swarovski

Tudo o que é feito com esse tipo de cristal custa caro: pode ser um sapato, um vestido, uma fantasia, uma bolsa, etc. Sendo assim, a lógica é que uma bicicleta também tenha um valor elevadíssimo se for revestida com cristais Swarovski e é o caso do modelo da Aurumania.

bicicletas mais caras do mundo 

Aurumania com cristais Swarovski

bicicletas mais caras do mundo

Logo de cara, ela dá a impressão de ser transparente por causa de todos os cristais que ficam fixados em seu guidão e todo o restante da estrutura. O seu valor é bem mais modesto do que o da bicicleta anterior: U$ 114.000, o que não deixa de ser algo fora da realidade de praticamente todas as pessoas do mundo.

bicicletas mais caras do mundoAlém disso, o fato de se tratar de uma bike rara ajuda a torná-la mais cara. Existem somente 10 unidades dela por aí.

 

3-Chrome Hearts X Cervelo

O lema “menos é mais” não tem nada a ver com esse modelo específico de bicicleta, que se tornou inesquecível para a indústria e que apareceu no ano de 2010. Na sua fabricação, foi usada uma mistura de elementos nada convencionais para uma bicicleta, como metais, couro e strass valorizados.

 Chrome Hearts X Cervelo

Chrome Hearts X Cervelo

3-Chrome Hearts X Cervelo

Tudo isso fez com que a Chrome Hearts X Cervelo, que tem esse nome porque foi feita em conjunto por duas empresas com esses nomes, acabasse custando nada menos que U$ 60.000.

 

Trek Butterfly Madone

Qualquer pessoa que sonhasse com uma bike rosa e que fosse toda cheia de detalhes poderia colocar a Trek Butterfly Madone em sua lista de desejos. Afinal, apesar dela ter sido usada por Lance Armstrong no Tour de France em 2009, ela foi leiloada pela Sotheby´s após a temporada. Toda a sua estrutura tem aplicação de borboletas, desde o aro das rodas até o guidão e o selim. 

bicicletas mais caras do mundo - Trek butterfly Madone

Não é à toa que essa edição não sai por menos de U$ 500.000.

 

 

Pedalar é uma atividade bem prazerosa e que ajuda bastante a relaxar: não é para menos que existem tantos ciclistas por aí e que consideram o esporte praticamente um antidepressivo.

Porém, como escolher uma bicicleta não é uma tarefa simples, precisa ser pensada: não basta ir a uma loja ou acessar um site e escolher aquela que parece mais bonita ou que é mais barata.

É muito importante que se entenda os critérios para que uma bike seja escolhida, inclusive para haver bem-estar no tempo em que se está pedalando.

A seguir, algumas dicas valiosas para quando você estiver pesquisando por uma bicicleta para comprar. Ao segui-las, você terá a bike mais adequada para as suas necessidades.

 

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1 – Definir para que tipo de atividade será utilizada.

As fabricantes desenvolvem bicicletas de tipos bem variados, de acordo com a finalidade para a qual será usada.

Sendo assim, existem bicicletas especiais para ciclismo de estrada: elas têm um guidão curvo específico e podem atingir altas velocidades. Por outro lado, há as bicicletas para uso urbano, pedalar na rua, nos parques, e deslocamentos diários.

As diferenças na forma como essas bikes funcionam são muito grandes e é preciso que você determine em que contexto quer usá-las.

Se você tem a intenção de pedalar apenas na cidade, a bicicleta urbana é a sua opção. Porém, se o seu desejo é investir no ciclismo de estrada ou MTB,  deve escolher uma bicicleta mais específica para cada modalidade..

Vale dizer que algumas fabricantes têm modelos que ficam no meio termo, ou seja, que atendem a quem gosta de pedalar em vários tipos de terrenos ou  apenas não achou sua modalidade.

2 – Ter em mente quantas velocidades se quer

Os modelos de bike têm várias opções de marcha, que nada mais são do que as velocidades que a bicicleta possui.

As bicicletas mais novas, vem com 10, 11 ou até 12 marchas: é uma quantidade menor mas que se adapta muito bem à trilhas técnicas, XCO e XCM.

Por outro lado, há modelos de entrada com 21 e 24 marchas, ou seja, elas oferecem mais opções de velocidades para diferentes terrenos e podem se tornar extremamente rápidas, dependendo da utilização que o ciclista vai ter.

Se o ciclista vai utilizar a bicicleta de forma mista, ou seja, asfalto e terra, uma relação com 24 ou 27 velocidades será a mais indicada, pois você terá marcha suficiente para encarar subidas íngremes no asfalto e na terra, e também terá velocidade final no trecho urbano e no estradão de terra batida. 

Por isso, a quantidade de marchas é um dos critérios para você escolher a sua bicicleta: se você está procurando uma para o dia a dia, então deve optar por uma que tenha mais opções de marchas.

 

3 – Quadro da bike

Você sabe o que significa “quadro” no mundo das bicicletas?

O quadro é o que determina quanto de altura a sua bike terá e o nível de conforto enquanto você estiver pedalando.

 

como escolher uma bicicleta

 

É bem provável que, em algum momento, você tenha andado em uma bicicleta que estava muito baixo ou muito alta: em todos os casos, deve ter sido bastante complicado pedalar.

No caso da bicicleta com o quadro muito baixo, fica difícil para movimentar as pernas, mesmo quando isso é possível, acaba havendo bastante dor nos quadríceps e a pedalada acaba não rendendo.

Já quando a bicicleta tem um quadro alto demais, há dificuldade para pedalar porque o pé não alcança o pedal, e o ciclista acaba compensando com o quadril, que pode provocar dores na lombar e no trapézio.

É fundamental que a bicicleta tenha o quadro adequado para a altura do ciclista que vai utilizá-la: mesmo que seja possível regular banco e tudo mais, o quadro certo é indispensável.

Um exemplo: pessoas que têm altura superior a 1,90m precisam de uma bicicleta que seja quadro 21 polegadas. Já as pessoas que têm altura entre 1,50m até 1,60 não podem usar uma bike com quadro maior que 15 polegadas.

Para aqueles cuja altura vai de 1,70m até 1,80m, as opções de quadro ficam entre 17 e 20.

Vale lembrar que cada fabricante tem seu padrão de medidas, ou seja, alguns utilizam quadros com numeração par, e outros com numeração impar.

Há outros quadros também e é importante conferir com os vendedores quais são os mais adequados para a altura, especialmente se a bike for um presente.

4 – Material é fundamental para escolher uma bicicleta

Provavelmente, você já viu por aí que existem bicicletas feitas de diferentes materiais e, se achou que não há muita diferença entre um e outro, está correto

Os materiais usados para a fabricação das bikes fazem bastante diferença para a sua durabilidade e mesmo para o desempenho enquanto você estiver pedalando.

  • Alumínio: há uma boa quantidade de bicicleta com quadro de alumínio e elas têm a vantagem de ser leves. Com isso, você alcança velocidades bem maiores enquanto pedala. Vale dizer que a bicicleta feita de alumínio é mais resistente à corrosão.
  • Aço Carbono: essa é uma bicicleta mais comum porque se trata dos modelos mais baratos que as lojas oferecem. Porém, há o problema de elas serem muito pesadas e de deteriorarem com mais rapidez por causa da ferrugem.
  • Carbono: a bicicleta de carbono é uma opção mais comum para os ciclistas profissionais, justamente por oferecer um nível de leveza ainda maior que o da bike de alumínio, maior rigidez e conforto. Portanto é bom ficar atento, pois o carbono possui tempo de validade.

5 – Finalmente o preço

É verdade que o preço precisa ser visto como um dos critérios para a escolha da bicicleta, em especial para quem deseja uma bike apenas para curtir no final de semana ou para se deslocar até o trabalho.

Porém, é fundamental que não se deixe o critério “preço” passar por cima dos demais. Afinal, a bicicleta de aço é a mais barata, mas não necessariamente a que traz mais custo-benefício, uma vez que ela enferruja com facilidade e acaba precisando ser substituída.

É sempre bom reforçar que não avaliar com cuidado como comprar uma bicicleta, usando os critérios ensinados aqui, tem como consequência a escolha de uma bike que não durará tanto ou que não será confortável para o usuário.

Assim, faça uma avaliação cuidadosa do modelo pelo qual você está optando antes de levar sua bike para casa!

Na dúvida, procure sempre uma loja especializada e de sua confiança. para te orientar sobre esses detalhes.

 

Bicicletas aro 26 são comuns na indústria brasileira e muito usadas para o dia a dia e para o deslocamento, voltado ao trabalho, aos estudos e mesmo aos exercícios físicos comuns. No entanto, o mercado de bicicletas é bem variado e as pessoas podem comprar modelos de aro 26 com características específicas de cada marca. Dá para comprar a bicicleta aro 26 nas lojas especializadas e no site de cada uma das fabricantes, com a vantagem de que essas são bikes bem simples e costumam ser mais baratas.

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Caloi Andes 26

Esse é um dos modelos de entrada da marca Caloi, que tem uma quantidade bem fiel de clientes no país por causa da segurança das suas bikes.

Além de poder ser usada no dia a dia, a Caloi assegura que os clientes também não se decepcionam se usam o modelo Andes para práticas esportivas, como andar em trilhas leves. Contudo, não se trata de uma bicicleta para competições e tentar usá-la para essa finalidade é indicada, e pode até danificar a bike.

Os seus freios são em alumínio, do tipo V-Brake, e a suspensão faz com que a Andes seja muito confortável, mesmo que o ciclista pedale por um terreno que não seja plano ou asfaltado.

Ela pode ser usada por pessoas a partir dos 14 anos e o seu modelo é em preto, com grafismos que fazem dela um modelo bastante interessante.

Seu preço vai de R$ 850 até R$ 1.050.

Caloi Florença 26

Não há dúvida de que a Caloi tem as bicicletas de aro 26 mais famosas do Brasil e com maior qualidade.

O modelo Florença 26 marchas é um dos que têm mais procura no Brasil até o momento, mas ela é voltada para o público feminino, com um design que se adapta melhor ao corpo da mulher, acabando com o desconforto no momento de pedalar.

A sua suspensão é rígida, mas isso não faz com que se trate de uma bicicleta difícil de guiar, e a sua avaliação por parte das usuárias é muito boa.

Aliás, o preço da Caloi 21 Marchas Aro 26 é um pouco mais baixo: ele não chega aos R$ 900,00 na média.

Cairu 21 Marchas com cesta

A marca Cairu também tem uma bicicleta de aro 26 que satisfaz bastante aos consumidores, inclusive pelo fato de ela ter uma cestinha, permitindo mais conforto para que se carreguem pertences como a bolsa, livros e até algumas compras.

Com 21 marchas, ela consegue aguentar até 75 quilos, entre o peso de quem está guiando e o peso que estiver na sua cesta, e ela conta com freio V-Break.

A maior parte dos modelos aro 21 da Cairu é voltada para as mulheres, até mesmo por causa do seu design. Entretanto, também há homens que curtem a bicicleta modelo Bella.

O valor médio dessa bike aro 26 é de R$ 480,00.

Para muitos, aprender andar de bicicleta é uma das coisas mais simples do mundo: é só ter um pouquinho de coordenação motora e aproveitar. Porém, há quem tenha bastante dificuldade para subir em uma bicicleta e os motivos podem ser o medo de cair, a vergonha de não conseguir andar e até mesmo algum trauma. 

Não são só as crianças que podem aprender a andar de bicicleta.​ Se você acha que todo adulto sabe andar de bicicleta, é importante rever esse conceito: existem muitos adultos que têm a possibilidade de se tornar ótimos ciclistas, superando as suas limitações e algumas técnicas para facilitar o aprendizado.

Chega de enrolação, agora você irá encontrar dicas pequenas dicas para ajudar você a aprender andar de bicicleta, independentemente da sua idade.

1 – Pedale sem se preocupar com o que os outros falam

Essa dica serve para as crianças e para os adultos: não se deve pensar se os outros vão rir caso ocorra um tombo.

Todas as pessoas que aprenderam a andar de bike caíram em algum momento e isso não é importante: o que conta mesmo é subir na bicicleta e fazer tentativas até conseguir manter o equilíbrio.

2 – Não subestimar as rodinhas

Todas as tarefas têm as suas etapas para ser realizadas e andar de bicicleta também faz parte disso. Sendo assim, não é preciso tirar as rodinhas da bike logo por achar que elas indicam incapacidade.

Mesmo quem é adulto precisa começar a andar usando as rodinhas durante um tempo: dessa forma, será possível treinar o equilíbrio e se acostumar com o guidão, com o selim e com os freios.

Algumas pessoas têm insegurança de ficar em cima da bicicleta e o fato de haver rodinhas, impedindo que a bike tombe para os lados, proporciona conforto.

Vale dizer que a retirada das rodinhas precisa ser gradativa: primeiro, retira-se de um lado e apenas depois de aprender andar de bicicleta de forma segura e só depois de continuar assim por um tempo é que se pode retirar as demais rodinhas.

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3 – Se possível, contar com alguém para dar apoio

É claro que o medo de cair e de passar vergonha faz com que algumas pessoas não queiram aprender a andar de bike, sejam elas adultas ou crianças.

Por isso, é sempre indicado ter alguém de confiança ao lado, inclusive para servir de apoio na hora de começar a andar de bicicleta sem rodinha nenhuma.

O papel dessa pessoa é dar segurança (inclusive física) para que o aprendiz de ciclista se sinta confiante e possa começar a pedalar sozinho, sem cair.

Escolher uma companhia que seja divertida é excelente para que o aprendizado com a bicicleta seja mais leve.

4 – Usar equipamento de segurança para andar de bicicleta

Sempre existe o risco de um tombo ao andar de bicicleta e é importante certificar-se de que não haverá qualquer  machucado mais grave. Afinal, isso pode até ser um trauma que vai impedir o indivíduo de pedalar de novo.

Pensando nisso, é fundamental usar um capacete e joelheiras: isso vai deixar o aprendiz de ciclista mais à vontade para cair sem se preocupar com ferimentos.

É preciso escolher uma bicicleta que tenha o tamanho adequado para reduzir as chances de queda.

Saiba que a sapatilha para o ciclismo recomendada para você é aquela que atende assim ao seu uso que você faz da bicicleta. Ou seja, para você escolher uma sapatilha MTB, deverá levar em conta o estilo de pedal, como também a modalidade que vai praticar. Pois, poderá ser MTB, estrada, triátlon ou uso urbano. Assim a partir daí, a escolha pela sapatilha ficará bem mais fácil.

Veja como escolher uma sapatilha MTB

Caso seja o seu primeiro contato com as sapatilhas, porque você está iniciando no mountain bike, é importante que você confira as seguintes dicas de como escolher uma sapatilha MTB:

Padrão SPD

As sapatilhas de mountain bike deve ser utilizadas com pedais específicos que em 100% das vezes não vêm com a sapatilha. É importante ressaltar que existem diferentes tipos de pedais, você deve saber que eles exigem o taquinho que a peça na sapatilha que a conecta com o pedal certo. O padrão mais popular no MTB é o SPD da shimano. Existem, no entanto, outros tipos como por exemplo: Crankbrothers, Look, Time, entre outros.

Taquinho que precisa ser ajustado para você

Essa também é uma das opções de como escolher uma sapatilha MTB, pois, a sapatilha vai chegar em sua casa desmontada, com o taquinho solto, normalmente em um pequeno plástico. Você irá precisar colocar o taquinho na sapatinha na posição correta, de acordo com seu bike fit, se tiver um!.

O tamanho da sapatilha MTB

Quando for escolher uma sapatilha MTB, escolha um tamanho maior do que o seu, porque a sola da sapatilha é extremamente rígida, e a tendência é que os seus dedos, em uma sapatilha pequena, fiquem desconfortáveis demais na frente do calçado.

Em dias mais frios onde você poderá acabar utilizando uma meia mais grossa ou até um protetor externo, essa compressão aumenta. Não esqueça que a sapatilha possui alças de ajustes que podem comprimir bem seu pé dentro, resolvendo o problema de a sapatilha ser um número maior que o seu.

Uma galera que não abre mão da sapatilha MTB

Como escolher uma sapatilha MTB para quem curte MTB no estradão

Para você que curte MTB no estradão, mas, também vai para as trilha técnicas, neste caso você deverá escolher  uma sapatilha que tem um bom conforto, mas que também já apresenta um nível de rigidez mais alto, para assim promover uma melhor estabilidade na transferência de força nas pedaladas, e da mesma forma um solado mais aderente ao piso, caso necessite sair da bicicleta para andar.

Já você que busca um pouco mais de rendimento e quer pedalar mais rápido nas trilhas mais técnicas, busque por sapatilhas de MTB de performance. Pois, nesses modelos, os cravos também são maiores, mas com um sistema de ajuste superior para mais firmeza, com catracas.

Agora se você quer realmente competir de forma amadora ou profissional, sem abrir mão de alto rendimento, então escolha sapatilha de MTB de alta performance. Aqui a indicação será um modelo bem leve e bem rígido. Nesse tipo de sapatilhas é comum cada marca informar o índice de rigidez. Até porque nesse caso o que importa realmente é o alto desempenho.

Para muitos, os modelos de bicicleta são todos iguais, mas não é assim que funciona: cada um dos seus tipos de aro têm uma característica específica para que os ciclistas tenham uma experiência adequada ao seu físico e aos seus objetivos.

É devido a isso que as bikes usadas para pedalar na cidade são bem diferentes daquelas usadas pelos competidores:  porque as suas necessidades são bem distintas.

O aro é uma das maiores diferenças entre uma bicicleta

Bicicleta aro 29 tem muita procura em todas as lojas e também na internet, porém, há muitas marcas que oferecem aos seus consumidores bikes com o aro 29 e cada uma delas traz um diferencial para chamar a atenção dos ciclistas.

Sendo assim, se você está em busca de uma bicicleta nova com aro 29, mas não sabe com qual marca comprá-la, fique atento às opções agora.

Por que escolher uma bicicleta aro 29?

Mesmo tendo ouvido falar bastante desse tipo de bicicleta, você sabe porque o aro 29 é tão bom para a maioria dos ciclistas?

Você sabe o que esse aro em especial oferece quando alguém está pilotando uma bicicleta? Pois a quantidade de vantagens é extensa:

 

Quais são as principais marcas de bicicleta aro 29?

Depois de saber de tudo o que as bikes com aro 29 oferece, chega o momento de conhecer quais são as marcas disponíveis no  mercado.

Vulcan 21 marchas – Caloi

Quando uma bike leva o nome “Caloi”, a maioria dos ciclistas já confia nela automaticamente e existe motivo para isso: a marca é a mais famosa e as suas bicicletas têm uma boa qualidade. A Vulcan especificamente tem algo muito interessante, que é a relação custo/beneficio. Por isso, quem procura uma bike de entrada com 21 velocidades não se decepciona com esse modelo aro 29.

Além disso, ela conta com freio a disco mecânico e o seu design é um dos mais legais da fabricante porque tem detalhes que realmente lembram fogo: afinal, a bike se chama Vulcan. Ela não chega a 16 quilos, ou seja, é uma bicicleta que pode ser transportada com sensível facilidade.  No entanto, ela tem grande resistência e pode ser guiada por pessoas que tenham até 120 quilos sem que ocorra nenhum problema em sua estrutura. A média de preço da Caloi Vulcan com 21 marchas fica em torno de R$ 1.300.

ADX 200 – Audax

Essa é uma bicicleta com aro 29 um pouco mais modesta apenas na aparência, feita em solo brasileiro e que oferece os ciclistas bastante estabilidade, inclusive com a opção de trava da suspensão no guidão. O seu quadro de alumínio  6061 T6 tem a geometria bem acertada e a relação possui 18 marchas bem ajustadas sob o novo kit Altus da Shimano. Mesmo assim, é um modelo de aro 29 bem discreto mas bem preparada para trilhas e o seu valor chega perto de R$ 3.800.

Atacama Feminina – Caloi

O corpo do homem e da mulher tem uma anatomia muito diferente e isso faz com que as necessidades para conforto na coluna e mais velocidade ao pedalar também sejam distintas. A Atacama Feminina é uma bicicleta aro 29 que foi projetada para respeitar essas diferenças anatômicas: é por isso que o seu formato foi completamente pensado em atender às mulheres que desejam pedalar.

Ela conta com 100mm de suspensão e nada menos que 24 marchas, ou seja, a autonomia a respeito do desempenho da Atacama Feminina é maior porque há mais opções de marchas. A cor a bicicleta mescla um pouco de roxo com preto, e ela não sai por menos de R$ 2.500.

Trail 5 – Cannondale

Essa é uma bike com aro 29, fabricada fora do Brasil e que tem 18 marchas, sendo 2×9, uma tendência de relação nos novos modelos de MTB. Uma ótima opção para quem está iniciando em trilha leves e estradão de terra. A sua suspensão é uma SR Suntour e a Cannondale tem bicicletas Trail 5 em diferentes tamanhos, do XS até o XL.

O seu design é bem simples e se trata da linha de entrada da marca. A primeira vista, não parece se tratar de uma bike que valha tanto, mas são quase R$ 3.700 para poder pedalar uma Cannondale dessas.

Rockhopper Expert 29 – Specialized

Logo que se bate os olhos nesse modelo de bike aro 29, percebe-se que o seu guidão é mais voltado para os profissionais e, por isso, a Rockhopper Expert já pode ser usada em competições. Ela apresenta sua geometria bem acertada para trilhas e possui a relação Sram com 20 marchas.

No entanto, a Specialized assegura geometria do tipo sport XC e cobra, em média, R$ 6.000 pela sua bike, que tem quadro de alumínio e suspensão dianteira Suntour.

Impact Race – Sense

Se você já está buscando uma bike aro 29 pra competir e faz questão de um conjunto bem acertado de componente, essa Sense é o modelo ideal. Com uma relação Sram Eagle de 12v, Suspensão Rock Shox Recon e pneus Schwalbe 29×2.35, ela esta preparada pra qualquer tipo de terreno. Disponivel nos tamanhos S, M, L e XL, ela sai por R$11.990,00

Yukon – TSW

Mais uma opção pra quem busca uma bicicleta 29 para competir em alto nivel, mas com um quadro em aluminio, a TSW Yukon é a grande aposta da marca para 2021/22. Com as opções de Shimano Deore de 10v ou o Sram, o grande diferencial dessa bike e a suspensão Judy de 120mm de curso. A partir de R$6,990.00

 

Agile Pro GX – OGGI

Modelo em Carbono e com geometria que proporciona agilidade e rápida aceleração. A Agile é uma excelente opção para quem procura uma bike leve, resistente e que precisa tirar o máximo de performance de uma hardtail. Com a suspensão dianteira Fox Stepcast 32 com a tecnologia Boost, quadro em carbono, relação Sram GX e pneus Kenda 29×2,40, já é o suficiente para essa aro 29 mostrar para o que veio. Preço sugerido de R$ 22,900.00

 

Ride – GTSM1

Mais uma opção para os amantes de bike da marca GTSM1 e que tenham o aro 29. O modelo GTSM1 pesa apenas 14 quilos. Mais uma vez, isso facilita a vida dos ciclistas amadores, que precisam levar as suas bikes para lugares com terrenos de difícil acesso.

Vale dizer que a GTSM1 é ótima para aqueles que não estão habituados a pedalar e para os entusiastas. O seu preço gira em torno de R$ 1.500.

SPARK RC – Scott

Essa bike de aro 29 é para pessoas que podem investir um bom valor em dinheiro com o ciclismo, já que custa quase R$ 90.000. No entanto, ela tem um amortecedor traseiro de última geração e pesa menos de 10 quilos, sendo uma das bikes de aro 29 mais leves do mercado. Para completar, a SPARK RC é fabricada toda em carbono e utiliza peças com alto nível tecnológico, assim mantendo a bicicleta leve e extremamente confiavel para quem está buscando um pódio na próxima competição.  

Infelizmente, nem todas as pessoas se atentam para o tamanho da bicicleta antes de escolhê-la e, por causa disso, acabam comprando uma bicicleta que não esteja de acordo com a altura do ciclista, mas o aplicativo Pedallo preparou uma ferramenta incrível que ajuda ciclistas descobrirem o tamanho do quadro da bicicleta perfeito.

Baixe grátis o app Pedallo para android.

A consequência é que fica bem difícil pedalar sem sentir alguma dor ou incômodo. Há quem nem consiga pedalar porque os pedais ficam muito distantes e a perna não pode alcançar.

Tudo isso ocorre quando não se presta atenção ao tamanho do quadro da bicicleta: é ele que determina o tamanho do aro, que também é outro componente fundamental para que a bicicleta certa seja comprada. Se você não sabe exatamente o que é o quadro, como medi-lo e como ele implica no aro, tudo isso será explicado a partir de agora!

 

O que é o quadro da bike?

 Ao observar os elementos de qualquer bicicleta, percebe-se que há uma estrutura central, onde as peças são montadas, entre elas, o garfo, guidão, selim, rodas e demais componentes.

Essa estrutura central é o chamado quadro e, apesar de muitos não prestarem atenção, ela possui medidas diferentes em cada unidade. O motivo é que cada quadro de bike se relaciona a um tamanho de usuário a fim de que este tenha conforto ao pedalar.

tamanho do quadro da bicicleta

 

Quando se escolhe o tamanho de quadro errado, o problema pode ir além do conforto e afetar a segurança: sem conseguir alcançar devidamente os pedais e o guidão, há dificuldade para pedalar e isso aumenta a probabilidade de uma queda.

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Qual a relação entre tamanho do quadro da bicicleta e o seu aro?

Uma das palavras mais ouvidas por quem anda de bike com frequência ou está pesquisando uma para comprar é “tamanho do aro”. Porém, muitas não sabem o que ele é especificamente.

Os aros disponíveis no mercado vão do 12 até o 29, aonde os aros 12, 16, 20 2 24, são para uso infantil, e os aros 26, 27,5, 29 e 700, para uso adulto. Quanto maior o aro, maior a distância em relação ao solo, deixando assim a bike mais alta. O aro é definido pelo tamanho do quadro e sua geometria, já que suas medidas estão correlacionadas.

Por isso, é preciso aprender a medir o tamanho do quadro para, em seguida, descobrir qual o bicicleta ideal para a altura do ciclista e para qual finalidade será usada a bicicleta; urbano, passeio, trilha, estrada ou competições. Apenas assim se consegue uma bike nas proporções corretas.

tamanho do quadro da bicicleta

Como medir tamanho do quadro da bicicleta

 
  • Para chegar ao tamanho do quadro da bicicleta, é preciso calcular a medida do ciclista. Para tanto, deve-se descobrir quanto mede o que é chamado de cavalo e que consiste na região pélvica do indivíduo até o seu pé.
  • Esse tipo de medida pode ser feita pelo próprio ciclista, com uma fita métrica  puxando-a para baixo até que seja presa na sola do seu pé.
  • Uma vez que essa medida foi tirada, será preciso ainda multiplicá-la por 0,65, sendo essa a fórmula padrão para a descoberta do cavalo.
  • O resultado será, aproximadamente, o número do quadro da bicicleta e, pelo número do quadro, também será possível determinar qual é o aro que vai fazer com que essa pessoa pedale de forma mais confortável e segura.
  • Vale lembrar que que as bicicletas de estrada, ou as Speed, são medidas em centímetros, as as Mountain Bikes são medidas em Polegadas
  • No entanto, essa regra serve apenas para quando se está falando de bicicletas urbanas, ou seja, para se locomover em um terreno que seja regular, como as ruas asfaltadas e estradas.
  • No entanto, a forma como as fabricantes de bicicletas determinam o quadro é um pouco diferente quando o assunto é bicicleta para andar em terrenos irregulares, como as MTB.
  • Nesse caso, torna-se preciso fazer uma conta distinta: em primeiro lugar é claro que se tem de medir o cavalo, da mesma forma que no método anterior.
  • Depois disso, será necessário dividir por 2,54; esse número é fixo para todas as pessoas porque se trata de uma fórmula matemática para que se consiga a conversão em polegadas.
  • Tirando-se 14 do resultado obtido, chega-se ao tamanho do quadro da bicicleta e, consequentemente, ao seu aro mais recomendado.
  • É fundamental prestar atenção ao tipo de bicicleta (urbana ou mountain bike) porque isso vai determinar qual é a conta que se faz para obter o quadro da bike.
  • Uma ressalva importante é que, se o resultado for “quebrado”, é necessário arredondar sempre para cima na hora de escolher o quadro da bicicleta.

 

As medidas do quadro da bike são fundamentais independente do seu material

Há diferentes materiais com os quais o quadro da bicicleta pode ser fabricado e a necessidade de escolher uma bike com o quadro no tamanho certo é a mesma em todos os casos.

Inclusive, os cálculos para determinar o tamanho do quadro de bikes urbanas ou MTB servem para qualquer material utilizado. Sendo assim, não importa se a bicicleta é de fibra de carbono, alumínio ou aço carbono: as contas sempre serão as mesmas!

Por que são contas diferentes para medir o quadro da bicicleta?

Essa é uma dúvida que muitas pessoas têm: se a estrutura das bicicletas é sempre a mesma, por que é necessário fazer contas diferentes para descobrir o tamanho do quadro?

A resposta é que a geometria das bikes não são iguais, como muitas pessoas acreditam. Na realidade, as bicicletas urbanas, speed e MTB, são bem diferentes porque têm objetivos distintos. No caso das MTB, que são usadas para montanhas, tem que ser mais robustas para aguentar terrenos mais acidentados. As bicicletas de estrada, tem a finalidade de percorrer longas distâncias, e por esse motivo devem ser mais leves e rígidas. As bicicletas urbanas, utilizam aro 700, igual as bicicletas de estrada, mas com pneus um pouco mais largos, para terem mais conforto no deslocamento urbano, e serem mais resistentes no asfalto das grandes cidades, onde são mais utilizadas.

Cabe salientar a importância de se comprar a bicicleta do tamanho correto para cada ciclista, e de acordo com a modalidade e uso que será feito, uma vez que interfere diretamente na posição, ergonomia e segurança do ciclista durante seu uso, seja ele no deslocamento urbano, ou no treino e competições.

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Inventada em 1817, a bicicleta sofreu várias transformações ao longo do tempo. Em 1829, a “magrela’ ganhou pedais, mas não parou por ai e chegou aos modelos conhecidos hoje. Com a formação das megalópoles, a bicicleta se tornou um dos meios de transporte mais inteligentes de serem usados, pois evita o trânsito, não polui, tem custo acessível e auxilia para boa saúde.

Porém, no século XXI, onde todos olham e são vistos, no ciclismo urbano não basta pedalar, mas, sim, é preciso estar elegante, na moda. E uma parte fundamental dessa harmonia é, sem dúvida, a bicicleta. Por isso, em 2007, na Dinamarca, surgiu o movimento ‘cycle chic’, onde bike, moda e design deveriam andar juntos. 

Conheça aqui alguns produtos para você levar para casa.

Confira algumas bikes ‘cycle chic’ que desfilam pelas ruas das principais capitais do mundo!

Single Speed, da Hummingbird (Inglaterra)

Simples, com design suave, porém moderno, esta é umas das bicicletas dobráveis mais leves do mundo, com apenas 7 kg. Sinônimo de praticidade e beleza é ideal para a cidade grande. O quadro de fibra de carbono e o braço oscilante de alumínio têm uma elegância simples. O mecanismo de dobragem foi muito bem pensado. 

Cycle-chic

John, da Velorbis (Dinamarca)

Faz uma releitura atual das bikes dinamarquesas usadas para entregas durante os anos 1930. Unissex, a bike tem design moderno, mas construção robusta para quem vai trabalhar de mochila, carrega instrumentos de trabalho e ainda faz compras no fim do dia. Possui bagageiro e cesto na frente.

Cycle-chic

Grand Diamond, da Martone Cycling (EUA)

Modelo para quem quer mostrar estilo extremo, com predomínio de um dourado brilhante. A bike é leve e forte, com estrutura de aço com duas camadas projetada, que garante durabilidade para as viagens urbanas do dia a dia e mínima manutenção

Cycle-chic

Pashley Poppy, da Halfords Cycling (Reino Unido)

Bike própria para viagens curtas ou passeios de fim de semana para mulheres elegantes, pois apresenta design clássico, com linhas leves e arredondadas. O selim feito à mão é macio e os pneus Schwalbe resistem a pequenos furos. Garantia de conforto e estilo para mulheres urbanas e fashions.

 

Receba na sua casa alguns produtos da Lojinha Pedalemos.

Adotar a bike no dia a dia é muito mais que um esporte. É saúde, arte, preservação do
meio ambiente. Porém, para entrar com tudo no universo do ciclismo, você precisa,
antes de tudo, de uma bicicleta adequada e equipamentos de segurança e quem sabe alguns produtos para ciclista.

E com o passar do tempo e cada vez mais intimidade com a magrela, sua vontade de
descobrir tudo que envolve o apaixonante estilo de vida do ciclismo só tende a
aumentar. Mas não espere por artes sofisticadas. Até mesmo peças e componentes da
bicicleta se transformam em bike art para você alegrar seu dia a dia.
Descubra o mundo do ciclismo, mas vá de bike!

Quadros
Figuras, ilustrações, desenhos e fotografias feitas por artistas plásticos e amantes do
ciclismo. Perfeitos para a decoração de ambientes residenciais, mas também escritórios
e estações de trabalho.  Os quadros abaixo você encontra na Loja Pedalemos clicando aqui.

Produtos para ciclista
Produto exclusivo disponível na Loja Pedalemos https://loja.pedalemos.com.br/decoracao
Produtos para ciclista
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Pulseiras e Chaveiros
Feitas com pedaços de correntes de bike e outros componentes combinados com partes
de tecidos, borrachas, metais, etc., e de vários tamanhos e estilos. Você encontra alguns chaveiros de bicicleta aqui.

Itens decorativos
Peças que alegram e irradiam a cultura do ciclismo nos ambientes onde estão dispostos.
São esculturas de bikes, de formas geométricas e conhecidas (como coração). Mas
também formam utensílios para casa, como pesos de papel, cinzeiros, quadros de
chaves, entre outros. Esses itens abaixo você também pode comprar pela Loja Pedalemos clicando aqui.

Produtos para ciclista
Produto disponível na Loja Pedalemos https://loja.pedalemos.com.br/decoracao
Produtos para ciclista
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Canecas
Trazem desenhos e estampas que remetem ao universo do ciclismo. São figuras de
bikes, acessórios, peças e componentes, com cores e formatos variados, mas em
diferentes estilos de arte.

Você gostou? Então veja todos os produtos disponíveis na Loja Pedalemos https://loja.pedalemos.com.br

Sabemos que um bom capacete é indispensável tanto para um iniciante no pedal ou aquele radical mais experiente, um requisito é essencial.

Mas, quais acessórios de segurança eu preciso para um pedal? Uma boa pedalada requer um otimo capacetes. Mas fique atento! Adquira itens adequados as suas medidas, ao seu nível de habilidade e a sua modalidade.

 

Capacete

Em geral, um dos principais acessórios de segurança para um pedal consciente, seguem 3 modelos: Abertos, Fechados (Fullface) e Aerodinâmicos. Os Abertos são utilizados na pedalada urbana, recreativa, no Mountain Bike, no Trial e no ciclismo de estrada. Já os Fechados são voltados à prática do downhill, enduro e free style. E, por fim, os Aerodinâmicos, que são desenvolvidos para competições contra-relógio, triatlo e de alto desempenho em geral. Veja os capacetes aprovados pelo INMETRO

Kit de Emergência

Não saia de casa sem um destes. Existem vários tipos de Kits, mas procure pelos mais completos, geralmente compostos por bolsa de selim ou quadro; canivete multiuso; bomba de ar; câmara extra; conexão para corrente; e kit remendo, que vem com cola, remendos, espátula para remover pneu e lixa de metal.

Luvas

Têm dupla função, pois além de proteger as mãos em caso de queda, também dão mais aderência ao guidão, aumentando a comodidade e o controle sobre a bike. Veja alguns modelos aqui

Suspensão e Amortecedores

Se você prima por um passeio seguro e agradável, não pode esquecer deles. Desta forma, a pedalada fica melhor, pois aumentam a estabilidade e o conforto em terrenos irregulares, duros, acidentados, absorvendo boa parte dos impactos. 

Sinalização

Por fim, não é nada mal ser visto de qualquer lugar quando estamos pedalando. Por isso, invista em itens como luzes, refletores de preferência para equipamentos homologados e de boa qualidade. É a sua vida que está em jogo. 

Com isso não existe mais desculpas para pedalar sem capacete. Existe uma grande variedade de marcas e modelos, escolha o melhor para o seu perfil e sempre consulte a procedência da marca. 

O maior feito do ciclista noturno é se fazer ser visto, mas também ouvido. Afinal, qualquer pedalada a noite traz mais riscos ao ciclista. Portanto, é essencial que você mostre sua luz e som próprios, ou quase isso, naquele role noturno. Brincadeiras à parte, separamos 5 acessórios de segurança que podem evitar acidentes com pedestres e outros ciclistas, e salvar sua pele diante de motoristas desatentos. Confira, mas sempre com atenção e cuidado!

Sinalizador Traseiro
Por determinação do Código Brasileiro de Trânsito, é obrigatório o uso de faróis e
sinalizadores em bicicletas, um dos acessórios de segurança mais importantes para o dia a dia. Porém, hoje, os sinalizadores traseiros não se limitam a refletir o farol dos carros e, sim, produzem luz vermelha própria por meio de pilhas ou baterias recarregáveis. São feitos em LED e têm funcionamento intermitente (piscando), em alta ou baixa luminosidade.

Farol
Fundamental para enxergar o caminho a sua frente. Atualmente, temos 3 tipos de faróis
mais comuns: lâmpada LED, lâmpada halógena e faróis embutidos conectados a
dínamos, que transformam o esforço do ciclista em energia. E lembre-se que, quanta
maior a velocidade da sua pedalada, maior deve ser a potência da lâmpada.

Trajes Refletivos
Coletes, camisetas e calças com faixas refletivas aumentam sua segurança no pedal
noturno. Podem ser feitos com lona, algodão ou 100% poliéster. Mas além do material
utilizado, hoje, fabricantes já investem em peças de roupa refletivas mais estilosas, com
cortes e acabamentos sofisticados. E lembre-se de conferir se as faixas refletivas são
aprovadas pelo INMETRO.

Buzina
Se as luzes não funcionarem, faça barulho! Existem vários tipos de buzinas por aí, mas
escolha por uma barulhenta, seja ela campainha, sino, trim trim ou a nostálgica buzina
de ar, como as estilo trombone.

Óculos
Escolha por exemplares com lentes amareladas, próprias para situações com pouca luz.
No geral, os modelos têm armações de acetato e lentes de policarbonato, mas existem
também opções em acrílico. Hastes emborrachadas ou com grip são as mais indicadas,
pois evitam a queda. Veja alguns modelos de óculos de ciclismo aqui.

Nas grandes cidades, trocar o carro ou o transporte público pela bicicleta é mais do que uma questão de aproveitamento do tempo. É uma escolha que influi positivamente na saúde, na qualidade de vida, no bolso e na preservação do planeta. Portanto, se exercitar, aproveitar mais o dia e ainda ser “eco-friendly”, definitivamente, é uma decisão sensata. Troque o carro pela bike e preste atenção nos acessórios, pois eles não podem ficar dem fora do seu dia a dia.


Capacete
Fundamental para quem tem a bicicleta como meio de transporte, porém se atente ao
tamanho e conforto. Não esqueça de conferir as principais marcas de capacete aprovados pelo INMETRO.


Bagageiro
Fabricados com diferentes tamanhos, materiais e finalidades, de acordo com o peso e
volume a serem carregados. Carregue livros, a roupa da academia, notebook, etc. Conheça alguns bagageiros aqui

Selim adequado
Priorize o conforto e busque por selins mais arredondados e acolchoados, pois este são
perfeitos para quem passa muito tempo em cima da bike.

Farol, sinalizadores e refletivos
Emitir e refletir luzes pode evitar acidentes na loucura do trânsito. E lembre-se: quanto
maior a velocidade da sua pedalada, maior deve ser a potência da lâmpada.


Cadeado
Procure por modelos U-Lock, muito utilizado atualmente, de cabo, correntes ou travas
de banco e rodas. Dentre estes, escolha ter 2 tipos, pois é fácil roubarem somente
algumas peças. Mas não deixe de confirmar a resistência do cadeado contra serras e
talhadeiras.

Manoplas
Cada modalidade exige uma manopla diferente. Assim, para a cidade, o indicado é o
uso de manoplas de espuma, muito confortáveis, ou de manoplas anatômicas, que são
mais largas nas pontas e por isso permitem um apoio maior dos punhos e mais conforto
aos dedos.

Paralamas
Item essencial para sua roupa não ficar com aquele rastro de água, lama, óleo ou
qualquer líquido sujo que esteja em seu caminho.



Você vai ao trabalho, academia ou faculdade de bike? Se faz viagens curtas ou longas na magrela, com muito ou pouco peso, precisa ter um bagageiro de bicicleta confiável. De diferentes tamanhos, materiais e finalidades, o bagageiro é item primordial para quem passa boas horas do dia pedalando. Conheça os mais utilizados e escolha o seu!

O bagageiro de bicicleta para pedalar na cidade

Em viagens curtas dentro da cidade é possível optar por bagageiro de bicicleta de alumínio, mais leves, já que a maioria destes itens é feito em aço. Mas, independentemente do material, nunca é bom exceder o peso permitido, nem se aproximar do limite de peso.

Pedalada longa com peso leve

Se seu percurso é longo e você precisa carregar algum peso, é indicado o uso de bagageiro de aço. Se o peso for superior a 15kg, é recomendado dividir o peso na frente, pois evita a quebra do produto ou da roda traseira. Aproveite e veja algumas dicas de treino aqui

Pedalada longa com bastante peso

Se você é ou quer fazer algo extremo sobre a bike, carregando comida, água, equipamentos de camping, opte por 2 bagageiros de aço. E procure reforça-los com solda no quadro. Além disso, tente não levar mais que 25 kg em cada bagageiro. Indicado para viajantes e cicloturistas.

Veja aqui alguns modelos bem legais de bagageiros para levar sua bike

Se você é pai e alucinado pra ir morro a baixo com sua Mountain Bike, prepare-se! Seu filho ou filha pode desenvolver essa mesma maluquice, no bom sentido. Mas, o mais importante é que os pequenos tenham acessórios de bicicleta de livre escolha, sem barra forçada.

A idade recomendada para iniciação no Mountain Bike é após os 7, 8 anos, pois a criança já tem maior coordenação motora e controle sobre o corpo. É essencial também que ela goste e saiba como funciona uma bicicleta.

Dessa forma, e atento às dicas abaixo, as primeiras experiências de seu filho no Mountain Bike serão prazerosas e certamente criarão mais um apaixonado pelas trilhas da natureza. Confira!

Match na bike!

Pesquise! Para uma prática divertida e segura no MTB, seu filho precisa de uma bicicleta do tamanho dele, com manetes igualmente adequados. A bike tem que ser leve e com freios macios. Bikes pequenas e com freios duros podem fazer a criança perder o interesse.

Segurança em 1º lugar

Bike certa na mão, é hora de pensar em acessórios de bicicleta e segurança, afinal, no MB os tombos são inevitáveis. Por isso, equipe seu filho com capacete, joelheiras, cotoveleiras, luvas e tênis adequados. E não se esqueça de encontrar  tudo isso no tamanho ideal para a criança.

Pai Herói

Nada como o espelho dos pais. Portanto, compartilhe suas experiências e conhecimento com seu filho, mas, principalmente, saia para pedalar com ele. E procure locais abertos e amplos que transmitam segurança.

Treine a confiança

Quando sair pra pedalar com seu filho, tente encorajá-lo a subir e descer pequenos lances de escada, com 2 ou 3 degraus, no máximo. Essa simulação faz a criança respeitar os obstáculos, mas sem medo, aumentando a confiança em cima da bike. Aproveite e veja algumas dicas de subida aqui

Treine habilidades

Com cordas, mangueiras ou uma tábua de madeira, delimite um espaço estreito no chão e treine o equilíbrio e o comando da criança. Também posicione frente a frente dois obstáculos próximos (de 1 a 2 metros de distância) e treine o movimento do 8.

Seguindo estas dicas, certamente o ciclismo e o Mountain Bike vão ganhar mais um praticante apaixonado. E você, um parceiro de trilhas.

Confira alguns acessórios de bicicleta Aqui 

Dúvidas de como lavar bicicleta corretamente, você não está sozinho. Não se trata apenas de uma questão visual ou estética. Na verdade, a limpeza da bike é também uma manutenção preventiva, haja vista que a sujeira reduz de forma considerável a vida útil das peças.

Conhecer tecnicas simples de como lavar bicicleta colabora na identificação de falhas mecânicas de maneira mais rápida, barrando possíveis danos e até mesmo prevenindo acidentes.

como lavar bicicleta

 

1- Utensílios e ferramentas 

Dentre as ferramentas necessárias para a limpeza, tenha em mãos panos usados, escovas, baldes, desengordurante, esponjas, sabão e mangueira. Este é o kit limpeza para sua bike.

2- Local correto definirá como lavar bicicleta

Identifique um local com espaço e que possa ser molhado, para que seja efetuada a limpeza da bike, dependendo do seu perfil, poderá sair muita sugeira como barro, lubrificantes e muita poeira. 

Aproveite faça parte do nosso instagram – https://www.instagram.com/lojapedalemos/

3- Comece pela corrente

Inicialmente aplique desengordurante por toda a corrente e demais artefatos do chamado “grupo propulsor”: câmbios, coroa, pedivela. Deixe o produto agir por alguns minutos e depois, retire com o auxílio de uma escova. Feito isso, direcione a água do balde para a região do grupo propulsor. Aqui você encontra também algumas dicas para deixar sua corrente perfeita

4- Rodas da bike

Para lavar corretamente a bike, retire as rodas e invista na aplicação do produto desengordurante por toda a extensão das mesmas. Aros e raios devem ser limpos também, para tanto, use a esponja. Já os pneus, devem ser limpos por meio de escovas, com água e sabão. Faça a secagem das rodas e aros, para evitar a ocorrência de ferrugem.

5- Quadro

Finalmente, proceda com a limpeza do quadro da bike. Mesa, guidão, passador, tudo deve ser limpo, com o auxílio do desengordurante. Atente-se às regiões com vãos e retentores de borracha. Se preciso, utilize pincéis e panos para retirar poeiras, terra e acúmulo de sujeita.

Seque com um pano e divirta-se com sua bike limpinha!

Veja também:
Como andar de bicicleta: 10 dicas para pedalar na chuva com segurança;
Acessórios para bike: 10 acessórios indispensáveis para ciclistas exigentes;
Cicloturismo;
Pedalar longas distâncias: veja dicas incríveis.

O Cicloturismo está cada vez mais em voga entre as pessoas. O fator aventura e adrenalina certamente somam a favor desta prática ciclística que consiste em viajar e conhecer novos lugares, culturas e cidades usando a magrela como meio de locomoção.

A grande dúvida entre os adeptos desta prática é relacionada a quilometragem. Afinal de contas, quantos km se deve pedalar por dia, quando decidimos pegar a bike e viajar? Claro que cada caso é um caso, e há muitos fatores que irão influenciar neste sentido. Vejamos o que levar em consideração para calcularmos quantos km por dia podemos pedalar quando estivermos praticando o Cicloturismo.

Terreno e percurso

Se possível, defina as rotas, identifique o terreno, se é asfalto, terra, carregado de pedregulhos, subidas, para ter uma noção do que irá encarar no percurso do Cicloturismo.

Condicionamento físico

Talvez o fator mais importante quando falamos em calcular e planejar a viagem de bike. Afinal, tudo irá depender de como você se encontra fisicamente. Procure se conhecer, saber seus limites e não tente ultrapassar muito aquilo que você já faz em termos de quilometragem. Quem pedala uns 80 km, deve estabelecer metas diárias de aproximadamente 60 km, por exemplo.

Calculando

Uma sugestão de cálculo é resolver a “equação” que envolve:

Divida o total da viagem na proporção que você necessita de descanso e de passeios. Uma sugestão é pedalar de dois a três dias, e descansar um ou dois, no caso de estar numa cidade com locais que você quer conhecer e fazer programas turísticos.

Uma dica importante para você não se esgotar durante o Cicloturismo é não exceder seu máximo em quilometragem no pedal durante dois dias seguidos. É importante se poupar para que a viagem ocorra da melhor forma, ok?

Costuma fazer Cicloturismo ou está prestes a se iniciar nesta arte? Conte para nós suas dicas, experiências e expectativas!

Você está se preparando para ir mais longe no pedal e quer saber como superar o cansaço e os obstáculos de pedalar longas distâncias? O frio na barriga é ansiedade é normal, sobretudo quando você ainda não teve esta experiência, como por exemplo, ter participado de uma prova como AUDAX, entre outras.

Confira neste post algumas dicas básicas e simples que facilitarão muito a tarefa de percorrer um pedal de longa distância e que certamente irão otimizar seu desempenho e te deixar “calejado” para os próximos longos circuitos que estão por vir.

Alimentação

Além de levar alguns alimentos (barras de cereais, frutas e alimentos ricos em carboidratos), você pode parar em algum estabelecimento no caminho para se alimentar. No entanto a dica valiosa aqui é: não como só quando tiver fome! Coma no intuito de manter a energia e não se enfraquecer durante o pedal.

Hidratação para pedalar a longas distâncias

É preciso sais minerais para se manter hidratado (a) quando for pedalar a longas distâncias. Além da água, isotônicos e água de coco são mais que bem-vindos. O ideal é consumir o líquido a cada 20 minutos, dependendo de cada pessoa.

Atente-se as peças íntimas

Pode não parecer, mas em pedais longos, a roupa de baixo pode te deixar assado (a) caso você não use a peça ideal. Portanto, procure por uma cueca ou calcinha mais confortáveis.

Regulagem do selim

Pense: você ficará horas sentado. Se a regulagem do selim tiver desconfortável, fatalmente você não conseguirá um bom desempenho e ainda sofrerá com dores e com o desconforto.

Evite mochila nas costas

O mais coerente é pedalar com as costas livres, quando for pedalar a longas distâncias. Com o tempo, mesmo que ela esteja leve, ela significará peso e parecerá mais pesada do que é. Invista num rack de bagageiro que ficará tudo certo.

Proteção do sol

Nem precisa dizer o quão necessário se faz passar protetor solar e boné, óculos e/ou viseira, né?

Você costuma aderir a quais dicas quando vai pedalar a longas distâncias?

Veja também: 
Alimentos ricos em carboidratos;
Cicloturismo: quantos quilômetros pedalar por dia?
Dicas de segurança para ciclistas.

 

A sua biodisponibilidade diminui à medida que sua ingestão aumenta. Em estudo, Levine et al. apresentou biodisponibilidade da vitamina C em 87% para 30mg, 80% para 100mg, 72% para 200mg, 63% para 500mg e menos de 50% para 1.250mg de vitamina C.

Você costuma suplementar vitamina C a torto e à direita?

Cuidado!

Só para ilustrar, a maioria dos suplementos de vitamina C que encontramos facilmente em qualquer farmácia costuma ser de 1000mg em comprimidos efervescentes.

Atualmente ainda não temos resultados totalmente sólidos comprovando o benefício de grandes suplementações de vitamina C e aumento de desempenho. O que é certo é o benefício da suplementação para pessoas com ingestão alimentar insuficiente. Porém, esta carência poderia ser suprida facilmente com uma boa ingestão de frutas e hortaliças todos os dias, hábito que diminuiu entre os brasileiros nos últimos anos.

 

Fonte de vitamina C
Fonte de vitamina C

Coma com equilíbrio, assim não será necessário a suplementação. Garanto que é muito melhor comer do que engolir comprimidos!

 

Levine M, et al. Vitamin C pharmacokinetics in healthy volunteers: evidence for a recommended dietary allowance. Proc Natl Acad Sci USA 1996; 93(8): 3704-9.

Evans LW, Omaye ST. Use of Saliva Biomarkers to Monitor Efficacy of Vitamin C in Exercise-Induced Oxidative Stress. Bendich A, ed. Antioxidants. 2017;6(1):5. doi:10.3390/antiox6010005.

Veja também:
Dicas para pedalar longas distâncias.

Quem pedala sabe que a preparação física para ciclista contribui muito para o pedal de lazer. Agora, quando falamos sobre uma prova de resistência, competição de mountain bike, entre outras, sabemos que a preparação física não é apenas importante, mas fundamental, sobretudo para aqueles que buscam bater metas e vencer desafios, antes de tudo, pessoais.

Vamos abordar alguns pequenos exemplos de preparação física para ciclista.

Mas qual seria então o melhor tipo de preparação física para ciclista?

Primeiro, questione-se!

Antes de investir no treinamento e preparação, é preciso perguntar a si mesmo (a) quais seus reais objetivos, quanto tempo falta para o campeonato, prova ou pedal, qual seu tempo semanal para o treino e preparação, e acima de tudo, como é possível conciliar treino, família e vida profissional.

Aproveite e melhore sua preparação em subidas com dicas de treino simples.

Força para MTB e ciclismo em geral

Uma das melhores maneiras de se preparar para o ciclismo em geral e até mesmo para a mountain bike é por meio da musculação e treinamentos aeróbicos em geral.

Na musculação, por exemplo, ocorre a divisão do corpo nas partes em que ele será trabalhado, propiciando assim mais força física, maior resistência e melhora do condicionamento físico.



Para entender melhor como isso ocorre, veja abaixo alguns exemplos:

1 – Pescoço: para fortalecer o músculo trapézio, é preciso trabalhar a região do pescoço, além da cervical para dar maior sustentabilidade. Alongar bem o pescoço e investir em exercícios como remada alta é o indicado.

2- Ombros e cotovelos: regiões muito exigidas pelo ciclismo, podem ser trabalhados com elevações laterais, por exemplo. Além de tríceps, rosca direta, entre outros.

3- Costas: fortalecer a região lombar é imprescindível por meio de exercícios que visam a extensão do quadril, como pulley, remada baixa e até mesmo pilates.

4- Abdômen: os impactos da pedalada nas costas são protegidos por esta região, portanto, é preciso investir em treinos que a fortaleçam. Séries abdominais elevadas, com aproximadamente 30 repetições é uma boa sequência de treino.

5- Pernas e panturrilhas: aqui temos uma vasta gama de opções em treino. Fortalecer estas regiões permite que o ciclista se proteja de lesões, que são muito comuns. Sendo assim, opte por sequencias em equipamentos adutores e abdutores, leg press, mesa flexora, entre outros.

 

 

preparacao-para-os-cliclistas

Lembre-se: peça a orientação de um profissional da área física e claro, consulte seu médico para que possa ser feita uma avalição física e determinar qual o tipo de treinamento e preparação física mais adequada ao seu caso., ok?

Veja também:
Ciclovias: 18 razões para amá-las;
10 acessórios para bikes indispensáveis para ciclistas exigentes.

 

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Ninguém está imune, infelizmente, a ser vítima de roubo, em especial os roubos de bike, cada vez mais comuns. De acordo com o Cadastro Nacional de Bicicletas Roubadas, há mais de dois mil furtos e roubos contabilizados, sendo que a tendência é que eles aumentem.

roubos de bike

Mas acredite, tomando algumas precauções e dicas, é possível evitar roubos de bike.

Que tal seguir nossas sugestões e frustrar os planos maléficos dos ladrões de bicicleta?

 

1- Estacione a bike em locais de boa visibilidade e movimentados

Tenha sua bike sempre visível, evitando estacioná-la em locais onde a visão fique bloqueada ou prejudicada.

2- Use travas e cadeados seguros e eficientes

Travas e cadeados são acessórios óbvios de segurança e dificultam que sua bike seja roubada. Procure por produtos de qualidade e de maior resistência.

3-Invista em U-Lock e D-Lock

Travas de pneu traseiro são boas opções, principalmente aquelas com chave ao invés de senha e combinação.



4-Evite bicicletários lotados

Em bicicletários cujas bikes são muitas, embora sejam locais tidos como mais seguros, a pessoa má intencionada poderá furtar a bicicleta sem despertar grande alarde, afinal, há dezenas de outras ocupando o mesmo ambiente.

5-Faça um rodízio

Evite também deixar a bike sempre estacionada no mesmo local. Pode ser que um ladrão fique de olho em sua rotina e saiba exatamente onde você irá estacionar a bike.

6-Registre sua bike

Uma bike registrada inibe a ação de ladrões. Para isso, registre a bike no site e utilize adesivos que indicam que sua bicicleta possui registro.

7-Procure andar em grupos

Sabemos que nem sempre é possível, e que muitas vezes, o ciclista pedala sozinho até seu trabalho, por exemplo. No entanto, sempre que puder, ande em grupos de ciclistas, sobretudo se estiver em locais com pouca iluminação a noite e desertos.

 

Que dicas você segue para dificultar a ação de ladrões e evitar roubos de bike?

Veja também:
Ciclovias: 18 razões para amá-las;
Como andar de bicicleta: 10 dicas para pedalar na chuva com segurança;
Acessórios para bike indispensáveis para ciclistas exigentes;
Dicas de segurança: não sofra mais com a porta do carro parado.

Embora entender o básico sobre a pressão nos pneus pareça (e até seja) algo bem simples, muita gente ainda se pergunta qual a pressão correta que devo aplicar na minha bike? Ainda mais quando estamos nos referindo aqueles que estão dando as primeiras pedaladas.

Calibragem e pressão nos pneus da bike ainda é motivo de muitas dúvidas para os ciclistas

Pontuamos 3 coisas essenciais que todo ciclista precisa saber sobre pressão nos pneus da bike, para que você possa pedalar com mais tranquilidade e obter melhor desempenho no pedal.1

1- Pressão nos pneus da Mountain bike

Talvez você ainda não saiba, mas 35 e 65 PSI é a média de calibragem ideal para se usar numa bicicleta do tipo mountain bike. Porém, é preciso que se leve em conta o tipo de pneu utilizado. No caso de um pneu slick, por exemplo, a pressão da calibragem pode atingir 80 PSI.

Veja como escolher a melhor montain bike para seu perfil



2- Pressão nos pneus para Bike Speed

As famosas bikes do tipo speed usam pneus específicos, que possuem larguras variáveis de 20mm e 28mm. Desta forma, a pressão do pneu da bike deve ser um pouco maior, pois caso contrário, o uso de uma calibragem baixa poderá causar mais impacto e atrito, além de danos à bicicleta e ao ciclista.

Aplique a pressão de 85 e 120 PSI, ou no caso do pneu do tipo tubular, no máximo 200 PSI.

3- Atente-se a lateral de cada pneu

Há uma dica básica e simples para ajudar os ciclistas no que tange a pressão dos pneus da bike. Você já experimentou olhar a lateral do pneu da bike? Para cada largura há o número aproximado de pressão adequada para o pneu, as pressões na tabela schwalbe utilizam um peso referência de uns 75kg que leva em conta o peso do ciclista e o modo com o qual ele conduz a bike. A tabela abaixo dá uma noção da pressão adequada para sua bike:

Largura do pneu Pressão recomendada
20 mm
9,0 bar
130 psi
23 mm
8,0 bar
115 psi
25 mm
7,0 bar
100 psi
28 mm
6,0 bar
85 psi
30 mm
5,5 bar
80 psi
32 mm
5,0 bar
70 psi
35 mm
4,5 bar
65 psi
37 mm
4,5 bar
65 psi
40 mm
4,0 bar
55 psi
42 mm
4,0 bar
55 psi
44 mm
3,5 bar
50 psi
47 mm
3,5 bar
50 psi
50 mm
3,0 bar
45 psi
54 mm
2,5 bar
35 psi
57 mm
2,2 bar
32 psi
60 mm
2,0 bar
30 psi

Fonte da tabela:  Schwalbe

 

Dica: de acordo com o tipo de terreno que você pedalar, você pode diminuir o PSI para ganhar em performance e estabilidade em curvas. Por exemplo, num piso mais arenoso, diminua de 1 a 3 PSI. Já em um terreno com o chão mais firme, você pode fazer o oposto e aumentar a PSI, também de 1 a 3.

 

O que quer dizer a sigla PSI?

Psi (forma abreviada do inglês pound force per square inch) ou libra-força por polegada quadrada, pressão resultante da força de uma libra-força aplicada a uma área de uma polegada quadrada.  Esta unidade é utilizada pela indústria inglesa e americana, apesar de estar sendo gradativamente substituída pelo Pa (pascal) e pelo bar, visto que o PSI é baseado na unidade libra do arcaico Sistema Inglês.

 

Para conferir se os pneus da bike estão com a pressão certa, adquira um manômetro, ele é de longe a melhor maneira de se medir a pressão do pneu da sua bike.

 

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Veja também:
Ciclovias: 18 razões para amá-las.

Sabe aquele ditado popular em toda academia, que diz “sem dor, sem ganho” (no pain, no gain)? Será mesmo que tal sentença deve ser levada ao pé da letra? É fato que sem esforço e treino, o ciclista ou atleta jamais alcançará suas metas, objetivos e forma física adequada, porém, muitas das suas dores relacionadas aos treinos podem ter origem no fato de você não fazer os exercício físico que pode prejudicas seu treino.

Sinais para quem faz exercício físico de forma errada

Em certos casos, as dores são sinais que nosso corpo emite para avisar: ei, você está fazendo isso errado! Confira 5 sinais de que você está fazendo exercícios errados.

  • Tremedeira nos músculos

Alguma vibração e tremor é até normal após determinada prática física, mas se a tremedeira muscular for intensa, isso pode ser resultado de uma possível tensão muscular.

  • Dor súbita

Você estava treinando e de repente, uma dor intensa que aparece rapidamente. Isto indica que algo está errado, e que prosseguir pode resultar em lesões.

  • Vermelhidão e dor no joelho

Mais um indicativo de que algo não vai bem e que, provavelmente você está fazendo exercícios errados, é quando surge uma vermelhidão, inchaço ou dor persistente nos joelhos, canelas e articulações. Neste caso, dê um tempo no treino e fale com seu médico e também treinador.

  • Dor após 3 dias de treino

Quando pegamos um pouco pesado ou começamos a treinar, é comum que as dores surjam após um ou dois dias. No entanto, se você fica com dores além de 48 horas, isso indica que você sobrecarregou seu corpo.

  • Dores no ombro, quadril e joelho durante os exercícios

Sentir dor com um certo tipo de movimento é um sinal de que algo está errado. É importante sempre lembrar-se de se aquecer antes e depois dos treinos, em alguns casos, diminuir a carga de peso.

A pessoa mais indicada para analisar sua postura durante os exercícios é o profissional de educação física ou treinador. Peça orientação sempre que começar um novo exercício. E você leitor(a), se identificou com algumas das situações mencionadas acima?

A cada dia que passa, novas opções de bikes surgem nas principais lojas, e muitas vezes, nos sentimos atentados a comprar uma bike nova. Na ânsia pelo novo, muitas vezes o ciclista comete algumas gafes, sendo que algumas poderão se tornar grandes erros posteriormente.

Não seja pego de surpresa ao comprar uma bike nova

Pontuamos a seguir, 10 situações que o ciclista deve evitar ao comprar uma nova bike.

  • Comprar a bike sem fazer um pedal teste

É comum o ciclista comprar a bicicleta sem ao menos dar uma volta antes. E o que é pior, sem ao menos sentar no selim e sentir a bicicleta, seu encaixe e estrutura. Sabemos que só uma volta não é o suficiente, mas busque por lojas que ofereçam a possibilidade de testar a bike antes.

  • Não testar uma bicicleta em uma loja e em seguida, comprar on-line

Comprar um bike on-line, por mais prático que seja, não é a melhor indicação, ainda mais se você pode ir até uma loja física e testa-la.

  • Ir somente em uma loja

O ruim de ir em apenas um estabelecimento comercial é que você não terá uma variedade de preços, tampouco de modelos, no caso de não ter uma bike exata em seus planos de compra.

  • Adquirir a bike só porque está num ótimo valor

Se a bicicleta te chamou a atenção mais pelo valor do que pelo seu estilo, design, e principalmente conforto e acomodação, não valerá apena compra-la e o arrependimento irá bater em breve, pode acreditar!

  • Não buscar por uma bike sob encomenda

Com toda sua experiência ciclística e necessidades especificas necessárias para sua bike, você já não encontra no mercado aquela bike que te satisfaça? Então é bom evitar de comprar uma bike comum, e investir numa magrela sob encomenda. Há empresas especialistas neste sentido, e sua satisfação será a melhor possível.

Veja também 

 

Para fechar setembro com chave de ouro, separamos 21 maravilhosos wallpapers MTB para celular e desktop. Apertem os cintos e aproveitem:

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Veja também: 
8 marcas de capacete testadas pelo Inmetro.

Iniciar-se no mundo do ciclismo é com toda a certeza, uma aventura e tanto! Como evitar as armadilhas comuns quando você está apenas começando a andar de bike? Como se portar ao pedalar? O que levar sempre consigo quando somos apenas iniciantes no pedal?

6 erros que iniciantes no pedal precisam evitar.

1-Assento muito baixo

O erro que abre a lista aparece aqui não por acaso: é um dos mais comuns em se tratando de iniciantes no pedal. Deixar o assento muito baixo é ruim para a postura do ciclista e sobrecarrega o seu joelho. Se estiver com dores localizadas na parte superior do joelho, é bem provável que o banco esteja na posição errada, portanto, regule o assento.

2-Preocupação com itens supérfluos

O equipamento mais importante para o ciclista, num primeiro momento, deve ser sua bike. Mas você não precisa da mais poderosa e atual bicicleta do momento, nem da roupa de ciclista que é tendência. Preocupe-se primeiro em pedalar e se divertir com isso.

3-Não se ajustar com a bike

O ajuste da bike deve ser o ideal para que você possa extrair o melhor potencial possível do pedal. Dores oriundas de desajustes, como posição errada do guidão, do assento, entre outros, são erros comuns que o ciclista iniciante comete e que você pode e deve evitar.

4-Deixar de fazer a manutenção da magrela

Não basta só pedalar, tem que participar e tratar a magrela com carinho, hoje em dia você pode fazer a Manutenção da bicicleta através de aplicativos para que se possa prolongar a vida útil da mesma.

5-Forçar o pedal como se fosse um sênior

Não adianta ser iniciante no pedal e mandar ver como se fosse o ciclista mais experiente do mundo, forçando uma quilometragem muito extensa. Seu corpo irá sofrer as consequências. Portanto, comece num ritmo mais lento, cadenciado, depois aumente gradativamente.

6-Não carregar um remendo kit

Nunca se sabe quando a câmera vai estourar ou quando teremos pela frente um terreno com cacos de vidros, espinhos e demais objetos cortantes. O kit remendo é essencial, caso contrário, você ficará na mão.

Já tinha se ligado nestes erros? Que gafes você comete ou cometia quando começou a andar de bike?

Veja também:
6 dicas para o seu primeiro pedal de estrada
O impacto do clima extremo no pedal do dia a dia

Você já pensou em utilizar um rastreador de bike? Sabia que por meio de um minúsculo dispositivo é possível acompanhar e monitorar sua bike através do smartphone? Com mais de 1,5 milhões de unidades vendidas em todo o mundo, um rastreador de bike tem feito sucesso e ajudado ciclistas de todo o mundo a recuperarem suas bicicletas.

Rastreador de bike acaba com suas dores de cabeça

Pode ter acontecido com você de alguma vez, estacionar a bike e ao voltar, ela não estar mais lá. O primeiro sentimento geralmente é um misto de indignação, frustração e perda. No entanto, com o uso de um rastreador de bike, ficará mais fácil descobrir onde ela se encontra e pedir auxílio às autoridades.

E tudo isso utilizando seu smartphone. Criado por uma startup sediada na Califórnia, um pequeno dispositivo chamado de Trackr funciona junto de seu smartphone, e pode ser exatamente o que você está procurando para localizar mais facilmente sua bike.

 

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Como usar o rastreador de bike com smartphone

É muito fácil utilizar o rastreador de bike. Basta instalar o aplicativo Trackr no seu smartphone, conectar o aplicativo ao seu dispositivo e você está pronto para monitorar a magrela.

Anexe o rastreador no chaveiro, pasta, carteira, bolsa, etc., e faça o teste depois, usando o aplicativo Trackr para localizar a bike. Em questão de segundos você terá a localização da bicicleta.

O mais legal é que o dispositivo é bem prático, funciona via wireless, tem o tamanho aproximado de uma moeda e pode ser colado em qualquer superfície. Com uma potente bateria, de acordo com a empresa fabricante é possível utilizar o dispositivo com a mesma bateria por cerca de um ano. Legal, né?

E você, está preparado (a) para investir neste tecnologia que virou uma verdadeira febre entre os ciclistas lá fora?

Veja também:
Como andar de bicicleta: 10 dicas para pedalar na chuva com segurança;
Comprar uma bike: 5 coisas que você deve evitar ao comprar uma bike;
Comprar uma bicicleta: 10 motivos para você trocar de bike.

Quem está aderindo agora a nobre arte de pedalar clipado de uma maneira mais profissional, por assim dizer, deve-se levar em conta que a sapatilha pode ser uma importante ferramenta para a prática do ciclismo.

Principalmente os iniciantes no ciclismo, precisam saber tudo sobre a arte de pedalar clipado

Vislumbre mais esta possibilidade em seus pedais e provas ciclísticas.

Se você já sabe o que é clipar e desclipar o pedal, é bem provável que este já seja o momento para pedalar de sapatilha. Quem não possui esta técnica desenvolvida corre o sério risco do famoso “tombo parado”,  portanto, faça uma auto avaliação neste sentido, ok? Aproveite ver o post sobre As aventuras de pedalar com sapatilhas

Algumas respostas a determinadas questões dão dicas se agora é ou não o momento ideal para usar sapatilhas. Por exemplo:

Caso sua resposta tenha sido afirmativa para boa parte destas erguntas, então é bem provável que seu momento de usar sapatilhas ciclísticas chegou.

O uso de sapatilhas por iniciantes requer alguns cuidados básicos (e por não iniciantes também, claro). Faça sempre uma checagem no taquinho e no pedal, evitando que se acumule pedras e sujeiras, pois poderá obstruir o encaixe e o desencaixe dos pés, por exemplo.

Algumas bikes com pedais de marcas especificas, como por exemplo, Shimano, possuem sistemas de regulagem para encaixe e desencaixe do pedal, sendo muito indicado aos iniciantes no uso de sapatilhas. Basta regulá-lo de uma forma com que ele fique mais suave e leve, o que determinará o uso de menor força para o ciclista desencaixar seu pé do pedal. Fica aqui então nossas dicas!

Veja também:
Como andar de bicicleta: 10 dicas para andar com segurança;
Sapatilhas para bike: as aventuras de pedalar clipado.

Siga o instagram da Pedalemos



Você é iniciante no uso de sapatilhas? Já é experiente? Tem outras dicas? Compartilhe com os leitores e compartilhe este post com seus amigos e amigas bikers!

Um local que merece a atenção especial das pessoas, em especial dos ciclistas, é o parque estadual Cemucam (Centro Municipal de Campismo), localizado no Jardim Passárgada, em Cotia-SP.

Se você ainda não conhece o cemucam, coloque na sua agenda. Você vai adorar!

Desenvolvido inicialmente com o intuito de abrigar atividades de escoteiros e promover o campismo, hoje o Cemucam é o único parque do país dedicado ao MTB, com um circuito estruturado para a prática de mountain bike.

 

Cemucam

 

Embora pertença ao município de São Paulo, o Cemucam é localizado em Cotia e administrado pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente da capital. Ele possui área de 500.000 m² e toda a infraestrutura para um passeio com a família e para um pedal especial com os amigos.

MTB 12 HORAS: evento nasceu no parque Cemucam

Um dos grandes referenciais do mountain bike do brasil foi idealizado exatamente no parque estadual Cemucam, o MTB 12 HORAS.  Vista como uma das mais tradicionais provas do gênero, o local abriga o clima ideal para o mountain bike, com um cenário carregado de trilhas e opções para os ciclistas, conforme podemos notar no vídeo a seguir:

Pista de Cross-Country no Cemucam

Além de toda fauna e flora presentes no local e sua estrutura que comporta quadras poliesportivas, área de lazer, pistas para caminhada, um extenso viveiro e a produção de mudas de variadíssimas espécies, o parque estadual Cemucam possui a atrativa pista de Cross-Country, um prato cheio aos adeptos do ciclismo MTB.

Que tal se programar e curtir um circuito todo pensado para a prática do MTB tendo como cenário a natureza deste incrível parque? A “bike repórter” Renata Falzoni já se aventurou por lá, conforme vídeo abaixo:

Aos que se animaram em pedalar em Cotia e curtir o parque, as informações a seguir são importantes. O parque estadual Cemucam fica na Rua Mesopotâmia, s/n (km 25 da Rodovia Raposo Tavares sentido Capital) – Jd. Passárgada – Cotia.

Funciona no período das 7h às 18h e você pode obter maiores informações pelo telefone e fax:

(11) 4702-2126 / Fax (11) 4702-8404.

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Recentemente abordamos aqui no site algumas dicas de treino sobre como ter mais confiança e ultrapassar com estilo o medo de subidas, com o artigo Supere o pavor de subidas com 4 dicas simples.

Agora iremos falar sobre como facilitar a melhora da sua performance com dicas de treino com foco em subidas

Com 7 simples truques para otimizar o seu pedal na próxima vez que as subidas surgirem.

  1. Tenha tática e estratégia. Algumas pessoas dizem que escalar montanhas e subidas com a bike é um dom, quando na verdade, se trata de uma potencialidade e que deve ser executada com muito treino, com tática e estratégias definidas.
  2. Uma tática muito usada para melhorar o desempenho em subidas é começa-la devagar, num primeiro momento, e quando se aproximar do meio para o fim, investir na velocidade, principalmente em subidas longas.
  3. Manter a cadencia na subida por meio da diminuição da marcha também é um ponto a se considerar para otimizar a performance.
  4. Treine subidas. Parece óbvio, mas se você treinar apenas na parte plana, jamais conseguirá enfrentar de forma mais tranquila uma subida extensa. Treinar é a palavra-chave neste sentido.
  5. Prepare-se fisicamente adotando a tática de tiros nos treinamentos. Adote um treino intervalado, toda semana, com o foco em subidas, investindo em tiros em torno de 60-90 segundos.
  6. Alimente-se bem e equilibre sua dieta. Uma alimentação balanceada, com menos carne e mais frutas e vegetais podem te ajudar e muito fisicamente. Consulte um médico e um nutricionista.
  7. Torne sua pedalada mais eficiente. Para tanto, faça treinos de cadencia, executando educativos de maneira regular e correta. Peça ajuda do treinador e utilize equipamentos como o rolo ( bike trainer). Não dispense a tecnologia e procure usá-la em seu favor, como no caso do medidor de potência. Procure anotar e comparar os resultados juntos de seu técnico e avaliar os resultados obtidos.

Coloque em prática todos estas estratégias e truques e conte para nós como foi seu desempenho nas subidas posteriormente, ok?

 

Aproveite e veja aqui – 8 aplicativos para quem ama pedalar

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Que tal beber aquele cafezinho agora antes de partir para o próximo pedal? Compartilhe sua experiência nos comentários.

Veja também:
10 acessórios para bike indispensáveis para ciclistas exigentes;
Open Cycles: uma joia feita praticamente a mão.

A vida dos ciclistas é muitas vezes, cercada de desafios e um dos mais temidos é certamente o pavor de subidas. Vamos abordar algumas dicas de treino para ajudar você com as ladeiras do dia a dia.

Anote 4 dicas de treino para você enfrentar subidas com toda tranquilidade.

Você sabia que é possível superar este temor com dicas de treino e de maneira simples? E você quer encarar as subidas de uma maneira mais fácil, continue lendo este artigo.

1-Incline a magrela

Você pode usar uma estratégia bem eficiente para driblar o cansaço e otimizar o rendimento numa subida: inclinar a magrela para o lado oposto daquele que está responsável pela pressão no pedal. Até a musculatura será favorecida neste caso, pode apostar!

2-Suba em zigue-zague

Algumas subidas são de fato, difíceis e trabalhosas, mas elas poderão ser superadas se você investir no bom e belho zigue-zague. Apenas atente-se à largura da rua, pois ela não poderá ser muito estreita, ok?

3-Selim: regule a altura

Um dos principais agentes que dificultam a subida é a altura do selim. É preciso regular corretamente, levando em conta que quanto mais baixo o selim estiver, mais força será demanda. Na altura do “ossinho” do quadril é a altura mais indicada.

4-Postura reta, sempre!

Um fator predominante e que influencia totalmente seu sucesso ou fracasso durante uma subida é a sua postura ao pedalar.

Tanto é verdade que é bem comum notarmos alguns ciclistas pedalando de pé para vencer a barreira das subidas. Tenha em mente que numa subida, o ciclista precisa utilizar de seu peso para dar impulso no pedal, poupando desta forma, as pernas.

 

 

Veja também – 6 problemas que uma manutenção errada de bicicleta pode causar

 

Com estas dicas simples seu pavor por subidas poderá ser superado sem tanto trauma. Que tal pedalar agora mesmo e colocar estas dicas em prática? Tem outras dicas para enfrentar subidas? Divida conosco e com os leitores e não deixe de compartilhar este artigo com seus amigos ciclistas.



Sempre é bom trazer dicas de segurança para o dia a dia do ciclista, já passou pela situação de levar “uma portada” e declinar “lindamente” de sua bike em um dia até então, tranquilo de pedal. Se não aconteceu com você, caríssima e caríssimo leitor, poderá acontecer (não que estejamos te rogando uma praga!), ou ao menos já rolou com algum amigo ou amiga, não é verdade?

Separamos algumas dicas de segurança para você pedalar tranquilo na cidade

Como nos preocupamos com seu bem-estar e integridade física, resolvemos contar alguns “segredinhos” para que isso não aconteça mais e você pare de sofrer com a porta do carro parado.

Mantenha a distância das portas de um carro estacionado ou parado

A questão das portadas, infelizmente, ainda é muito comum, podendo causar não apenas a quedas e machucados, mas também graves acidentes, envolvendo outros carros, bicicletas, pedestres, etc.

Mesmo que o nosso C.T.B. (Código de Trânsito Brasileiro) inclua um artigo exatamente sobre este tema, ainda hoje é muito comum que motoristas ou passageiros, desatentos, abram displicentemente as portas de seus veículos, atingindo ciclistas invariavelmente. Veja abaixo o que diz o nosso código:

“Art. 49. O condutor e os passageiros não deverão abrir a porta do veículo, deixá-la aberta ou descer do veículo sem antes se certificarem de que isso não constitui perigo para eles e para outros usuários da via.

Parágrafo único. O embarque e o desembarque devem ocorrer sempre do lado da calçada, exceto para o condutor. ”

Sendo assim, para se preservar no trânsito da sua cidade, uma dica fundamental é ocupar a faixa de veículos da rua, evitando pedalar muito à direita (é comum muitos ciclistas, por medo, pedalarem assim, no meio fio, beirando a sarjeta).

Além disso, manter uma margem de segurança, afastando-se de “colar” nos carros parados e estacionados, uma eventual portada não lhe atingirá.  Possuir uma iluminação dianteira na bike também é importante, sobretudo num pedal noturno, ok?

 

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E você, ciclista? Já foi vítima de algum acidente decorrente desta situação descrita? Que precauções costuma ter para evitar? Conte para nós!

Veja também:
Como andar de bicicleta: 10 dicas para andar na chuva com segurança;
18 razões para amar ciclovias;
Capacete: conheça 8 marcas testadas pelo Inmetro;
Cicloturismo: quantos quilômetros pedalar por dia?

 

O capacete é  um Item de extrema necessidade para quem pedala, equipamento responsável pela segurança dos ciclistas, além de evitar e proteger o usuário de lesões e batidas que sem o seu uso, poderiam ser fatais.

No entanto, você já se perguntou se o capacete que você usa é de fato, eficiente?

Com tanta importância para a nossa segurança, o mercado disponibiliza uma vastíssima série de marcas e modelos, para os variados gostos.  O INMETRO testou 8 das principais marcas de capacetes de ciclismo e chegou a uma conclusão.

Conheça 8 marcas de capacete testadas pelo INMETRO e veja se o seu capacete é de fato, seguro.

As 8 marcas de capacetes testados pelo INMETRO foram:

  1. Nerf;
  2. Oxer;
  3. Specialized;
  4. Kraft;
  5. Giro;
  6. Prowell;

Dentre a série de testes, o primeiro deles verificou se os capacetes ofereciam aos ciclistas, informações básicas como modelo, tamanho e peso. Além disso, obrigatoriamente estes capacetes necessitam ter os dizeres:

“Capacete para condutores de bicicletas e usuários de patins, skate e similares”. Neste primeiro teste, todas as marcas de capacetes deixaram de cumprir alguns dos itens.

Confira também: Descubra qual o melhor bagageiro de bicicleta para você

Outro teste foi feito, para avaliar se foram corretas a construção quanto o material utilizado na confecção do capacete, sendo que neste item a marca Nerf cometeu um deslize na largura da cinta, menor do que a norma padrão. Quanto ao teste do campo de visão, todas as marcas de capacete foram aprovadas.

Um dos principais testes é o de impacto. Será que estes capacetes estão, de fato, preparados para exercer a correta proteção dos ciclistas?

O único capacete que deixou a desejar neste sentido foi o da marca Kraft, reprovado no teste ao qual foi submetido.

Veja mais a respeito dos testes no vídeo abaixo:

https://globoplay.globo.com/v/4729227/

E você, qual capacete costumar usar no pedal ou nas provas de ciclismo? Está satisfeito com ele ou se sente inseguro? Compartilhe conosco sua opinião.



Se o tempo estiver nublado você fica apreensivo e desiste de pegar sua bike? Vamos ensinar alguns truques de como andar de bicicleta na chuva com segurança,  é plenamente possível e o mau tempo não deve ser desculpa para deixar a magrela de lado.

Aprenda noções básicas de como pedalar na chuva sem perigo

Confira agora 10 dicas de como pedalar na chuva na chuva com segurança e veja como é possível aproveitar os dias chuvosos andando de bike.

Confira primeiro a previsão do tempo, criamos um canal especial para você ficar por dentro do clima na sua cidade, trazendo informações focadas para quem pedala -> Previsão do pedal | pedalemos e siga nosso instagram Pedalemos

Por mais doce que possa ser sua personalidade, você não é de açúcar e pode muito bem encarar a chuva numa boa.  Afinal, um banho de chuva não faz mal a ninguém. A não ser que seja uma chuva torrencial de raios por todos os lados, claro.

Item básico para pedalar na chuva é a capa de chuva, para evitar que você se molhe muito e proteger um pouco do frio.

Para que você não se suje tanto, instale paralamas na bicicleta.

Proteja seus itens lacrando-os em sacos plásticos e coloque-os dentro da mochila. Eles também não só podem, como devem ser usados nos pés para não molhar seu tênis.

Luvas garantirão mais segurança ao seu pedal, sobretudo na chuva.

Leve uma roupa extra na mochila, devidamente ensacada e seca.

É importante beber bastante água no percurso, pois a capa de chuva irá propiciar maior transpiração.

Na chuva, é mais indicado não trocar as marchas, pois a ação lubrificante da transmissão da bike fica comprometida.

Proteja os olhos da água da chuva com os óculos. Caso não esteja com o acessório, use o capacete de uma forma pela qual sua cabeça se incline para a parte frontal, protegendo assim os olhos.

Para pedalar com segurança na chuva, atente-se ao percurso e fuja de áreas alagadas. Além da possibilidade de se adquirir uma infinidade de doenças, há o risco de quedas.

Agora é só se precaver e partir para o pedal mesmo com chuva. Preparados?